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Depois do estabelecimento de um [[Tribunal]] da [[Inquisição]] na cidade, iniciou-se a perseguição dos [[judeus]] e [[cristão-novos]], que chegou a um máximo por volta de [[1550]].
Muitos conseguiram fugir para a [[Países Baixos|Holanda]], [[Império Otomano]] ou [[Inglaterra]]. Outros houve que não quiserem se converter a [[cristãos-novos]] foram presos, torturados e executados em [[Auto de fé|Autos-de-Fé]]. Muitos mais foram expropriados pois como os bens expropriados revertiam para a própria Inquisição, a esta bastava apenas uma denúncia anónima e a ascendência judaica para expropriar qualquer rico mercador, fosse este [[Cripto-Judeucriptojudeu]] ou não. Com os distúrbios económicos que esta perseguição fanática provocou, a cidade perdeu grande parte do seu dinamismo económico. Ainda hoje são muito comuns os nomes ou descendentes de cristão-novos entre os habitantes de Tomar.
 
Em [[1581]] a cidade acolheu as [[Cortes]] que aclamaram o rei Filipe II de Espanha como [[Filipe I de Portugal]].
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