Diferenças entre edições de "Crucifixo"

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Embora a [[Cruz cristã|cruz]] seja, atualmente, o simbolo mais comum do [[cristianismo]], no [[século I]] ela não era particularmente associada com a religião, só assumindo um lugar de destaque como tal durante o [[século II]]<ref>[http://www.ccel.org/fathers2/ANF-04/anf04-34.htm Como é indicado nos argumentos anti-cristãos citados por ''Octavius'']</ref><ref>The Worship of the Dead (London, 1904), by Colonel J. Garnier, p. 226.</ref>, até o [[século III]] a cruz seria tão estreitamente associada ao cristianismo, que [[Tertuliano]] designou os cristãos como ''crucis religiosi'', ou seja "devotos da Cruz."<ref>[http://www.newadvent.org/fathers/0301.htm ''Apology''., chapter xvi.]</ref> De acordo com a [[tradição cristã]], a cruz é uma referência à [[crucifixão]] de [[Jesus]], e o crucifixo é a sua referência mais imediata.
 
No entanto, devido à natureza altamente ambígua dos termos [[Língua grega|gregos]] utilizados na [[Bíblia]] para se referir à sua ''crucifixão'', já se levantou a hipótese de Jesus ter sido ''pregado a uma árvore'' e ''pregado a um poste de madeira'', ambos métodos comuns de "crucifixão" no [[Império Romano]], e também empalado, enforcado e estrangulado.
No entanto, devido à natureza altamente ambígua dos termos [[Língua grega|gregos]] utilizados na [[Bíblia]] para se referir à sua ''crucifixão'', já se levantou a hipótese de Jesus ter sido ''pregado a uma árvore'' e ''pregado a um poste de madeira'', ambos métodos comuns de "crucifixão" no [[Império Romano]], e também empalado, enforcado e estrangulado. Sobre o sacrificio de cruz os povos dominados por alexandre, o Grande, depois da sua morte e divisão dos reinos do mundo, quando surgiram muitas guerras a cruz era a forma de punição para perdedores. Assim todo general vencido ao voltar a pátria era fatalmente sacrificado nela. Outro fato, a tradição hebraica, devido a sua passagem por diversos domínios: egipcios, persas, ... entre os quais o sacrifício aos condenados era em um madeiro, como no dia doaniversário de faraó em que o copeiro foi exaltado mas o padeiro, segundo o texto do livro de Gênesis,cap40 vers. 19, foi pendurado em um madeiro. Soma-se a isto a passagem do povo judeu pelo imperio persa, quando havia demanda sobre a reconstrução do templo em jerusalem, o Rei Dario, o Medo, segundo o texto Bíblico no livro de Esdras, Cap. 6 vers. 11, ordena que aquele que violasse o seu decreto de reconstrução do templo, teria arrancada a viga principal de sua casa e nela seria pendurado, isto é, em um madeiro; outro sinal, agora verdadeiro a cerca do madeiro como forma de sacrifício para o Yehoshua nazareno é o relato dele mesmo no livro de João cap. 3 vers.14 quando diz: "Assim como Moises ergueu no deserto a serpente, assim será levantado o Filho do Homem". este texto nos faz recorrer ao antigo texto em Números 21;8 onde o próprio criador manda Moises erguer numa haste a serpente de cobre para curar aquele que para ela olhasse. Sabemos que Pilatus não queria aquele matar Yehoshua e passou a incumbência para os judeus:"Sacrifique-o vós mesmos", disse. Isto aumenta grandemente a fé de que Iehoshua o nazareno não tenha sido sacrificado em sacrifício de cruz, uma vez que é impossível que O Nazareno tenha mentido, como o é, um povo abandonar suas tradições.
 
==Visão Protestante==
Grande parte das comunidades [[Protestantismo|protestantes]] são contra o uso do crucifixo como objeto de veneração, em vez disso, quase que todos os protestantes são a favor do uso da ''cruz vazia'', buscando dar ênfase a [[Ressureição|Ressureição de Jesus]]. O Crucifixo é também considerado um dos tantos motivos de discórdia entre protestantes e católicos. Embora o uso de crucifixo entre protestantes mais tradicionais não seja tão raro, o próprio Lutero recomendava a imagem do crucifixo como forma de nos lembrarmos de nossa culpa, já que Cristo foi crucificado por nossos pecados.