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Ainda em 1507 publicou o mapa-mundi intitulado "''Universalis cosmographia secundum Ptholomaei traditionem et Americi Vespucii aliorumque lustrationes''"", do qual apenas mil cópias foram feitas. Acredita-se que actualmente exista apenas um único exemplar, encontrado na biblioteca do Príncipe de Waldburg-Wolfegg-Waldsee no castelo de [[Wolfegg]] em [[Württemberg]], que se deve a que o cartógrafo [[Johannes Schöner]] mandou encadernar as folhas, separadas, num só volume com capa. O mapa consiste de 12 seções, gravadas sobre madeira. Dispõe-se em três zonas, cada uma das quais contém quatro seções. A superfície total do mapa, em polegadas, são 36 pés quadrados. Representa a forma da terra numa projeção Ptolemaica modificada com meridianos curvos. Produziu na cartografia enorme, duradouro impacto, sendo de um tipo completamente novo e representando a terra com uma grandeza em escala jamais tentada. Depois de seu grande mapa de [[1507]], Waldseemüller e seu amigo [[Matthias Ringmann]] (Philesius) se devotaram a completar a edição em [[latim]] da geografia de Ptolomeu. Ringmann corrigia os textos das edições de Ptolomeu publicadas em [[Roma]] e [[Ulm]], usando o texto de um manuscrito grego descoberto na [[Itália]] e hoje conhecido como ''Cod. Vatic. Graec. 191''. Waldseemüller, por sua vez, reviu todos os mapas que acompanhavam a edição e os complementou com a adição de 21 novos mapas modernos, que a [[enciclopédia]] [[Facsimile]] ''Atlas de Nordenskiold'' considera ''o primeiro atlas moderno do mundo''. Em tais trabalhos cartográficos, Waldseemüller deve ter sido ajudado pelo secretário do duque René da Lorena, o cônego [[Vautrin Lud]], o qual fornecia os materiais necessários para os mapas e pagava as despesas da impressão.
 
=== Mapa descoberta ===
Em junho de 2012 bibliotecários em Munique encontraram um mapa mundial do século XVI feito pelo cartógrafo Martin Waldseemüller que primeiro nomeou o continente americano. O documento esteve escondido entre livros de geometria desde a Segunda Guerra Mundial. O mapa mundial com cerca de 500 anos estava esquecido numa caixa, na biblioteca da [Universidade Ludwig-Maximilian]].<ref>[ http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=2645822 Mapa que batizou a América descoberto na Alemanha] JN Online, 5 de junho 2012</ref>
 
== Referências ==
<references/>
 
=== A "''Carta iteneraria Europae''" ===
Utilizador anónimo