Diferenças entre edições de "Philips Records"

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No Brasil
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A Philips Records é parte da [[Universal Music]] desde [[1998]], estando o nome licenciado por sua antiga proprietária. Em [[1999]], o selo Philips Classics foi absorvido pelo [[Decca Music Group]], enquanto o catálogo [[Música pop|pop]] é gerenciado pela Mercury.
 
==No Brasil==
A Philips iniciou suas atividades discográficas no [[Brasil]] ao adquirir a Companhia Brasileira de Discos -CBD, em [[1958]] (empresa com 13 anos de existência). A CBD era de 1945, época em que foi fundada a Sociedade Interamericana de Representações, Sinter, responsável pelo lançamento do primeiro long-play fabricado no Brasil. Em 1955, a Sinter passou a se chamar CBD. No ano seguinte, iniciou a fabricação de discos de 12 polegadas e, em 1957, foi a pioneira no Brasil com o disco [[estereofônico]].
 
Os primeiros discos com selo Philips começam a aparecer em [[1972]]. Na década dos sessentas, a gravadora havia comprado o selo Elenco. Posteriomente tornou-se [[Polygram]] e reuniu artistas como [[Tom Jobim]], [[Cazuza]],[[Nara Leão]], e [[Caetano Veloso]].<ref>{{citar web|url=http://www.abpd.org.br/sobre_gravadora.asp?g=17|título=Histórico|autor=Associoação Brasileira de Produtores de Discos|data=|publicado=|acessodata=11 de Julho de 2012}}</ref>
 
{{Referências}}
 
==Ver também==
* [[Polygram]]
 
== {{Links externos}} ==
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