Diferenças entre edições de "Hulha"

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A hulha observada ao microscópio, em lâmina fina, mostra-se constituída por detritos vegetais já bastante alterados e por uma matéria intersticial abundante e que preenche todos os espaços. Inflama-se à chama de uma vela, ardendo com menos fumo que o lenhito. Os componentes voláteis são abundantes nas hulhas gordas e escassos nas hulhas magras. Conforme a sua riqueza em voláteis, libertam por destilação gases combustíveis.
A proporção relativa da substância intersticial e leitos mais baços ricos em detritos lenho-celulósicos permite distinguir nas hulhas vários tipos, como o vitrito ou hulha brilhante, em que a pasta predomina largamente em camadas brilhantes e espessas, o clarito, que se apresenta em bandas com poucos corpos figurados, o durito ou hulha mate compacto, sem aspeto zonado e sem brilho, em que predominam os detritos lenho-celulósicos e o fusito poroso, baço e friável, muito rico em detritos lenho-celulósicos, e com aspeto de carvão vegetal artificial.
A hulha é o carvão com maior interesse económico, arde facilmente e tem elevado poder calorífico, isso pode ser explicado porque o carvão é combustível na siderlurgia.
Hulha gorda - designação das hulhas em que são abundantes os componentes voláteis. Ardem com chama alta e luminosa. A fratura é lisa. O coque delas derivado é duro e compacto. Estas hulhas possuem entre 18 a 26% de matéria volátil. As argilas gordas produtoras de gás ardem com chama alta e fuliginosa, a fratura tem o aspeto de coiro granulado. O coque delas derivado é poroso.
Hulha magra - também denominadas argilas antracitosas, as hulhas magras ardem com chama baixa, pouco luminosa. A fratura é lisa e brilhante. Contêm de 8 a 10% de matérias voláteis. O coque que deriva destas hulhas é pulverulento
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