Diferenças entre edições de "Príncipe-eleitor"

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Carlos IV, Sacro Imperador Romano-Germânico
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(Carlos IV, Sacro Imperador Romano-Germânico)
[[File:Oldest Electoral hat.svg|200px220px|direita|thumb|Barrete de Príncipepríncipe-eleitor, modelo antigo ''Ältester Kurhut'']]
 
No [[Sacro Império Romano-Germânico]], os eleitores ou príncipes-eleitores (o termo [[Língua alemã|em alemão]] é "Kurfürst", o plural: "Kurfürsten") tinham a função de eleger o [[Rei dos Romanos]], em preparação para a sua ascensão como novo [[Sacro Império Romano Germânico|Imperador do Sacro Império Romano Germânico]], apesar de na prática, até ao [[século XII]], eles terem apenas formalizado aquilo que era na verdade uma sucessão dinástica.
 
Variando em número entre 6 e 10 desde o [[século XIII]] até ao fim do império em [[1806]], os eleitores foram escolhidos de entre os mais importantes donos das terras do império. Num documento conhecido como a [[Bula Dourada]] ([[1356]]) o seu [[estatuto]] foi regulamentado pelo imperador [[Carlos IV, Sacro Imperador Romano-Germânico|Carlos IV]], que os reconheceu como governadores quase-independentes dentro dos seus territórios. Cada um dos príncipes recebeu também um ministério especial, que lhes conferia determinadas obrigações.
 
A Bula Dourada estipulava que o cargo de príncipe-eleitor deveria ser detido pelas seguintes personalidades:
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