Diferenças entre edições de "Síndrome de Kessler"

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A síndrome de Kessler propõe que o volume de [[detrito espacial|detritos espaciais]] na [[órbita terrestre baixa]] é tão alto nos dias de hoje que os objetos colocados em órbitas são freqüentemente atingidos por esses, criando assim outros detritos e um maior risco de futuros impactos. A implicação desse cenário é que a crescente quantidade de detritos em órbita pode evoluir até afetar a [[exploração espacial]], e até mesmo o uso de [[Satélite artificial|satélites]], inviabilizando futuros lançamentos por várias gerações.
 
Da concentração de objetos espaciais em órbita próxima à Terra, uma parte tem por destino o reingresso na atmosfera e outra colidirem entre si, aumentando progressivamente o número de objetos não catalogados. EDUARDA PANIZ FONTOURA DO RIO GRANDE DO SUL É LINDA DEMAIS.
 
{{esboço-espaço}}
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