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{{ver desambig|outras pessoas chamadas de Manuel I|Manuel I (desambiguação)}}
{{Infobox Info/Monarca
|nome=Manuel I Comneno
|título=[[Imperador bizantino]]
[[Ficheiro:Southern Italy 1112.svg|right|thumb|300px|Sul da Itália em 1112, antes do período de [[Rogério II da Sicília]], com os estados e as cidades principais. A fronteira do [[Reino da Sicília]] em [[1154]], quando da morte de Rogério II, está na área compreendida pela linha escura que envolve a maior parte do sul da Itália.]]
 
No ano de [[1147]], Manuel travou uma guerra com [[Rogério II da Sicília]], cuja frota capturou a ilha bizantina de [[Corfu]] e saqueou as cidades gregas. Entretanto, apesar de ter sido distraído por um ataque [[cumano]] nos [[Bálcãs]], Manuel conseguiu uma aliança com Conrado e o auxílio dos [[República de Veneza|venezianos]], conseguindo derrotar Rogério e sua poderosa esquadra. Em [[1149]], Manuel, contando com 500 navios, 1.000 navios de transporte de soldados e em torno de 30.000 homens, recuperou a ilha de Corfu e preparou-se para a ofensiva contra os normandos. <ref name="Nor">J. Norwich, ''Byzantium: The Decline and Fall'', 98</ref> Ele já havia concordado com Conrado em realizar uma invasão conjunta e com a divisão do sul da Itália e Sicília. A renovação da aliança germânica foi o ponto principal da política de relações exteriores de Manuel por todo seu reinado, apesar da divergência gradual de interesses entre os dois impérios, após a morte de Conrado.<ref name="M621" />
 
Com a morte de Rogério em fevereiro de [[1154]] e a sua sucessão por [[Guilherme I da Sicília]], bem como as rebeliões espalhadas contra as leis do novo rei na Sicília e [[Apúlia]], a presença dos refugiados apulianos na corte bizantina e o erro cometido por [[Frederico Barbarossa]] (sucessor de Conrado) ao lidar com os normandos encorajaram Manuel a tirar vantagem das várias instabilidades existentes na [[península Itálica]].<ref name="D122">J. Duggan, ''The Pope and the Princes'', 122</ref> Ele enviou [[Miguel Paleólogo (general)|Miguel Paleólogo]] e [[João Ducas]], os quais possuíam o alto cargo de ''[[sebastos]]'', com as tropas bizantinas, 10 navios e uma grande quantidade de ouro para invadir a Apúlia (1155).<ref name="B114">J.W. Birkenmeier, ''The Development of the Komnenian Army'', 114<br />* J. Norwich, ''Byzantium: The Decline and Fall'', 112</ref> Os dois generais receberam instruções para apoiar [[Frederico Barbarossa]], uma vez que era hostil aos normandos da Sicília e estava ao sul dos [[Alpes]] naquele momento, porém ele recusou o apoio porque seu exércio desmoralizado desejava chegar ao norte dos Alpes o mais rápido possível. No entanto, com a ajuda dos barões menos afeiçoados a ele, incluindo-se o conde [[Roberto II de Bassunvilla|Roberto de Loritello]], a expedição de Manuel obteve um progresso bastante rápido no momento em que todo o [[Mezzogiorno|sul da Itália]] rebelou-se contra a coroa siciliana e o rei Guilherme I.<ref name="M621" /> Houve uma sucessão de eventos espetaculares conforme muitas fortalezas rendiam-se ou por força ou pela sedução do ouro.<ref name=Norwich />
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[[Categoria:Imperadores de Bizâncio]]
 
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[[als:Manuel I. (Byzanz)]]
[[an:Manuel I Comneno]]
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