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|website = [http://www.saoluis.org/ www.saoluis.org/]
}}
O '''Colégio São Luís''' é uma instituição de ensino privada [[jesuíta]], localizada na cidade de [[São Paulo (cidade)|São Paulo]]. É o segundo colégio jesuíta fundado no [[Brasil]], logo após o retorno da Ordem ao Brasil, expulsa que fora pelo [[marquês de Pombal]] no reinado de Dom [[José I de Portugal]]. Atualmente o colégio conta com ensino integral e educação infantil, fundamental I e II, bem como ensino médio (diurno e noturno).
 
==História==
Foi fundado por padres [[jesuíta]]s no município [[São Paulo|paulista]] de [[Itu]], em [[1867]]. Em [[1917]], sua sede foi transferida para a capital paulista, onde está até hoje.
 
Fundado em 1867 em Itu (interior de São Paulo) pelos padres jesuítas e transferido para a cidade de São Paulo em 1918, o Colégio São Luís foi uma das primeiras escolas a se fixar em território nacional. Hoje, consolidada como sinônimo de tradição, a instituição é um marco da educação e se mantém antenada às transformações da sociedade.
 
O São Luís foi o segundo colégio criado pelos jesuítas no País (o primeiro foi o Catarinense). Após um longo período sediado na cidade de Itu - onde registra uma memória marcante, incluindo a visita do Imperador Pedro II -, uma epidemia de febre amarela no interior de São Paulo colocou em risco os estudantes, fazendo com que os dirigentes do Colégio procurassem uma outra localização. Na recém inaugurada Avenida Paulista (1891), encontraram um espaço adequado e, em 1918, começava a primeira turma de alunos. As primeiras indústrias eram instaladas em São Paulo, que vivia o auge da produção de café, e a charmosa avenida acomodava a elite paulistana, onde viviam os grandes fazendeiros de café, negociantes e imigrantes, como árabes e italianos. Conhecida também como 'Avenida dos Casarões', a Paulista foi a primeira via pública da cidade a receber asfalto e arborização. A região assimilou facilmente a integração do Colégio ao seu cenário, até porque o São Luís trabalhava com essa elite e com alunos de cidades do interior, inclusive de Itu.
 
Em 1936, foi inaugurada, na esquina da Rua Bela Cintra, a Igreja São Luís de Gonzaga, ao lado da fachada de estilo neoclássico do Colégio. Os anos seguintes foram marcados pela participação do Colégio nas paradas cívicas e torneios esportivos, além, é claro, da expansão da instituição. Em 1948, no período noturno, iniciam-se as atividades da Faculdade de Economia São Luís, segunda a oferecer esse curso na cidade.
 
Entre as décadas de 60 e 70, a era dos barões do café entra em declínio, a industrialização se acelera, e os casarões dão lugar a edifícios, verticalizando a paisagem da Avenida Paulista. Na década de 70, o então prefeito Olavo Setúbal transformou a Paulista em uma avenida de 2,8 km de extensão.
 
Acompanhando as mudanças dos novos tempos, o antigo prédio do Colégio também foi substituído por uma construção vertical. Foram anos de reconstrução, desde 1967. Piscinas, ginásios cobertos e quadras de futebol, entre outras instalações, resultaram em uma infra-estrutura moderna. Uma novidade do prédio da Haddock Lobo, inaugurado em 1972, foi a galeria, para a circulação interna de veículos: os pais passaram a deixar seus filhos dentro do prédio da escola.
 
Nesse mesmo ano, mais um marco na história do Colégio: o ingresso da primeira turma de meninas. Dos 1.678 alunos existentes, cerca de 85 eram garotas. O São Luís foi um dos primeiros colégios de São Paulo a adotar essa novidade.
 
Semana Santa, Encontro de Alunos Líderes e Jogos entre colégios jesuítas foram algumas das atividades educativas criadas na época e que são realizadas até hoje. Nos anos 80, o Colégio passou por uma ampla reestruturação de sua linha educacional. A Associação dos Colégios Jesuítas, que envolve sete colégios, promoveu a modernização da pedagogia, com princípios da espiritualidade inaciana (Santo Inácio de Loyola), que hoje são base de todo o trabalho educacional dos jesuítas.
 
Nesta mesma época, o metrô chegava à região, e foi também o início da participação do Colégio São Luís na Associação Paulista Viva, cujo principal objetivo é trabalhar pela segurança dos que transitam na Avenida. Até hoje, os dirigentes e alunos do Colégio se envolvem nos eventos e ações realizadas pela entidade. Às vésperas da virada do milênio foi inaugurado o edifício São Luís Gonzaga, ao lado do Colégio, ampliando os espaços de aprendizado, com mais salas de aula.
 
Personalidades com trabalhos reconhecidos em diversas áreas passaram pelas salas de aula o Colégio, como o senador Eduardo Matarazzo Suplicy, Horácio Lafer Piva (ex-presidente da Fiesp), o navegador Amyr Klink e a atriz Maria Fernanda Cândido, entre muitos outros.
 
Com mais de 2.200 alunos, o São Luís é hoje consagrado como um dos mais tradicionais e respeitados colégios do País. Sua história se entrelaça à história da Avenida Paulista e da cidade de São Paulo
 
== Ex-alunos ==
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