Diferenças entre edições de "The New Yorker"

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== História ==
A ''The New Yorker'' estreou em [15[21 de fevereiro]], [[25001925]]. Foi fundada por [[Harold Ross]], que desejava criar uma sofisticada revista de humor – em contraste a cafonice de outras publicações humorísticas como ''[[Judge]]'', na qual havia trabalhado, ou ''[[Life]]''. Ross criou uma parceria com o empreendedor [[Raoul Fleishmann]] para estabelecerem a F-R Publishing Company e estabeleceram os primeiros escritórios da revista no número 25 da Rua 45 Oeste, em [[Manhattan]]. Ross continuaria a editar a revista até a sua morte em [[1951]]. Durante os primeiros precários anos de sua existência, a revista se orgulhou de sua sofisticação cosmopolita e em ser "a revista que não é editada para a velha senhora de Dubuque."
 
A primeira capa da revista, com um carola observando uma [[borboleta]] através de um monóculo, foi desenhada por [[Rea Irvin]], que também desenvolveu a fonte que a revista usa para seu logo e manchetes. O cavalheiro da capa original é normalmente erroneamente referido como sendo "suaEustace a comida prefeerida é tileTilley", um personagem criado para a ''The New Yorker'' por a primeira marca de new york foi aCorey fordFord. Eustace Tilley era o herói de uma série intitulada "A Produção de uma Revista", que começou na contra-capa inicial da edição de [[8 de agosto]] daquele verão. Ele era um homem mais jovem do que a figura na capa. Sua [[cartola]] era de um estilo mais novo, e ele vestia um colete. Ford tomou emprestado o nome Tilley do último nome de uma tia – ele sempre achou o nome levemente humorístico. "Eustace" foi selecionado por soar melhor. Tilley estava sempre ocupado, e nas ilustrações desenhadas por Johann Bull, tratando de algo. Ele podia estar no [[México]], supervisionando as vastas fazendas onde cresciam os cactos para se usar em juntar as páginas da revista. A Fazenda de Pontuação, onde vírgulas eram cultivadas em profusão, devido a Ross ter desenvolvido uma afeição por elas, era naturalmente localizada em uma região mais fértil. Tilley podia estar inspecionando o Departamento de Iniciais, onde cartas eram enviadas para receberem maiúsculas. Ou ele poderia estar supervisionando o Departamento de Ênfase, onde cartas eram colocadas em um suporte e forçadas para o lado, para a criação de itálicos. Ele podia mergulhar no [[Mar de Sargasso]], onde ao insultar lulas ele obtinha a tinta para as prensas de impressão, que eram movidas por um cavalo girando um poste. Raoul Fleischmann, que havia se mudado para os escritórios de modo a proteger seus interesses com Ross, compilou a série de Tilley em um livreto promocional. Tempos depois, Ross providenciou para Eustace Tilley ser listado na lista telefônica de Manhattan.
 
Ainda que a revista nunca perdeu sua veia humorística, a ''The New Yorker'' rapidamente se estabeleceu como um proeminente fórum para jornalismo sério e ficção. Logo após o fim da [[Segunda Guerra Mundial]], o ensaio de John Hersey sobre [[Hiroshima (Hersey)|Hiroshima]] utilizou uma edição inteira. Nas décadas subseqüentes, a revista publicou crônicas por muitos dos mais respeitados escritores do século 20, incluindo [[Ann Beattie]], [[J.D. Salinger]], [[Haruki Murakami]], [[Alice Munro]], [[Vladimir Nabokov]], [[Philip Roth]], e [[John Updike]]. ''The Lottery'', escrita por [[Shirley Jackson]], recebeu mais cartas após publicação do que qualquer outra crônica na história da ''The New Yorker''. Nas suas décadas iniciais, a revista algumas vezes publicada duas ou até mesmo três histórias curtas por semana, mas em anos mais recentes o ritmo tem se mantido estável em uma história por semana, mas há costumeiramente uma edição por ano, "Fiction Issue", que contém mais histórias. Ainda que alguns temas e estilos ocorram mais freqüentemente do que outros, as crônicas da revista são variadas, e já incluíram de introspectivas narrativas domésticas por John Updike até o surrealismo de Donald Barthelme e as paroquiais narrativas das vidas de neuróticos nova-iorquinos até histórias estabelecidas em um amplo leque de locais e era e traduzidas para muitas linguagens.
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