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'''Sarracenos''' (do [[língua grega|grego]] ''sarakenoi'') era uma das formas com que os [[cristãos]] da [[Idade Média]] designavam os [[Povo árabe|árabes]] ou os [[muçulmanos]]. As palavras "[[islã]]" e "muçulmano" só foram introduzidas nas línguas europeias no [[século XVII]]. Antes disso utilizavam-se expressões como "lei de [[Maomé]]", maometanos, agarenos (descendentes de [[Agar]]), [[mouro]]s, etc.
 
Entretanto, segundo o filósofo e antropólogo [[Youssef Seddik]], os homens não muçulmanos, que, durante séculos após o surgimento do Islã, não tinham o direito de se nomear árabes, chamavam então a si próprios "sarracenos" ou "pagãos".
 
== História ==
Segundo fontes francesas medievais, o termo ''sarrasins'' surge a partir da invasão muçulmana rechaçada na [[batalha de Poitiers]] (732) e da fixação das fronteiras do [[Imperio Carolíngio]]. Especialmente na época das [[Cruzada]]s, o termo estendeu-se a todos os muçulmanos - particularmente aos que invadiram a [[Sicília]], no sul da [[Itália]], e a [[Península Ibérica]]. Na cronística antiga ocidental, o termo "Império Sarraceno" foi muitas vezes usado para referir-se ao primeiro califado árabe, governado pelas dinastias [[Omíada]] e [[Abássidas|Abássida]].
 
Em alguns textos [[Cristianismo|cristãos]], é proposta uma outra etimologia, provavelmente falsa, ou seja "sem Sara" ("Sara sine") - aludindo ao episódio bíblico da rivalidade entre [[Agar (bíblia)|Agar]] (mãe de [[Ismael]], tradicionalmente considerado como o ascendente primordial dos árabes) e [[Sara]] (que gerou, segundo a tradição bíblica, o [[povo hebreu]]).
e a baixa idade média foi muito importante para a valorização desses povos.
 
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