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Em [[1934]] transferiu-se para São Paulo, como fiscal do consumo, passando a partir daí a dividir seu tempo entre o emprego e a arte, com evidentes vantagens para a última, tanto que dez anos depois foi demitido por abandono de emprego.
 
Em [[1937]], já tendo travado contato com a arte de [[Alfredo Volpi]], Clóvis Graciano instala-se no Palacete Santa Helena e integra, então, o [[Grupo Santa Helena]], com os artistas [[Francisco Rebolo]], [[Mario Zanini]], [[Aldo Bonadei]], [[Fulvio Pennacchi]], [[Alfredo Rizzotti]], [[Humberto Rosa]] e outros, além do próprio Volpi.
 
Fez amizade com [[Portinari]] e, ao final da [[década de 1940]], foi estudar em [[Paris]], onde aprendeu técnicas de produção de murais, inclusive com mosaicos. Ao retornar ao país, realizou diversos painéis: o mural ''Armistício de Iperoig'', na [[Fundação Armando Álvares Penteado|FAAP]] ([[1962]]); o painel ''Operário'', na Avenida Moreira Guimarães ([[1979]]), murais na [[Avenida Paulista]] e no edifício do [[Diário Popular (São Paulo)|Diário Popular]], entre outros.
Além da pintura, Graciano dedicou-se a diversas atividades paralelas, lecionando [[cenografia]] na [[Escola de Arte Dramática de São Paulo]] (EAD), e ilustrando [[jornal|jornais]], [[revista]]s e [[livro]]s, principalmente nos [[anos 1980]].
 
No decurso de toda a sua carreira, Graciano permaneceu fiel ao [[Figurativismofigurativismo]], jamais tendo sequer de leve sentido a sedução pelo [[Abstracionismoabstracionismo]]. Tratou constantemente de temas sociais, como o dos retirantes, além de temas de [[músico]]s e de [[dança]].
 
Suas obras figuram em [[museu]]s e coleções particulares do Brasil e do exterior.