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O foguete '''Sonda II''' teve origem completamente diversa do Sonda I, e apesar do nome, '''não''' é uma evolução deste.
 
Nos últimos meses de 1967, a [[NASA]] tinha muito interesse em estabelecer no Brasil um projeto cujo objetivo principal seria a determinação, em curto prazo, das doses de radiação e suas variações, em altitudes orbitais na região da anomalia magnética Brasileira, para dar apoio ao Projeto Apollo. Para isso, a NASA forneceu foguetes [[Black Brant]] IV comprados à empresa Canadense Bristol Aerospace, e devido as necessidades urgentes do projeto Apollo, a Bristol Aerospace precisou repassar integralmente a tecnologia desses foguetes para o pessoal técnico Brasileiro, inclusive os processos de fabricação.
 
O treinamento teve início no começo de maio de 1968, tendo sido coroado com o primeiro lançamento do Projeto realizado a 11 de junho. De todos os projetos conduzidos, associados a organizações estrangeiras até aquele momento, este pode ser considerado como o mais importante, devido a quantidade de transferência tecnológica envolvida.
Já em julho de 1969, um ano depois, foram lançados os dois primeiros foguetes Sonda II. É verdade que nos primeiros lançamentos os resultados não foram um sucesso, mas já era uma primeira tentativa de ter um foguete Brasileiro voando.
 
É fácil de constatar que o foguete Sonda II, foi totalmente inspirado no [[Black Brant III]]. E é claro que não há nenhum demérito em copiar um foguete operacionalmente muito bom. Principalmente naquela época em que quase nada de tecnologia para construção de foguetes existia no Brasil.
 
O foguete monoestágio '''Sonda II''', foi desenvolvido para transporte de cargas úteis científicas e tecnológicas, de 20 a 70 kg, para experimentos na faixa de 50 a 100 km de altitude, com inovações tecnológicas, como novas proteções térmicas, novos propelentes e testes de componentes eletrônicos.
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