Diferenças entre edições de "Bernardo Vieira de Melo"

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De regresso a Pernambuco, em [[25 de setembro]] de [[1709]] foi nomeado [[sargento-mor]] do Terço da Linha do Recife.
 
Tomou parte ativa na luta de classes entre a nobreza de [[Olinda]] e a burguesia de [[Recife]], defendendo a aristocracia pernambucana da qual fazia parte. Aconteceu que em [[10 de novembro]] de 1710, revoltados com as concessões dadas pelo [[reino de Portugal]] aos [[recifense]]s (Carta Régia que elevou Recife a Condição de Vila e a autorização para instalação de um Pelourinho dada pelo Governador de Pernambuco), os [[olindense]]s sublevaram-se, eclodindo a que ficou conhecida como [[Guerra dos Mascates]]. Após destituirem o Governador, que fugiu para [[Salvador (Bahia)|Salvador]], Bernardo Vieira de Melo deu o 1º Grito de República do Brasil no Senado da Câmara de Olinda, onde exercia a função de vereador. Pregou o rompimento com Portugal e, se necessário fosse, aliança com os franceses. Derrotado o movimento republicano, Bernardo Vieira de Melo foi condenado por crime de lesa-majestade e [[inconfidente]]. Juntamente com outros parentes e companheiros, derrotados nessa [[Guerra dos Mascates]], entregou-se em [[1712]] e foi recolhido inicialmente ao [[Forte de São João Batista do Brum]], no [[Recife]], e em seguida é embarcado para [[Lisboa]] juntamente com o [[Alferes Tenente]] [[André Vieira de Melo]] - seu filho primogênito, também prisioneiro.
 
Numa noite fria, a [[10 de janeiro]] de [[1714]], acendeu em sua [[cela]] na [[Cadeia do Limoeiro]] (Lisboa) um fogareiro de carvão, tendo falecido vitima da intoxicação por gás carbônico da mesma. Morte irônica para tão bravo guerreiro, que teve uma vida rica em lutas e batalhas.
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