Diferenças entre edições de "José Teófilo de Jesus"

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===Obra e contexto===
{{AP|[[Barroco]], [[Barroco no Brasil]], [[Pintura do Rococó]], [[Neoclassicismo]], [[Pintura no Brasil]]}}
 
Teófilo é consensualmente considerado um dos pilares da chamada Escola Baiana de pintura, ao lado de [[Franco Velasco]] e do seu fundador [[José Joaquim da Rocha]], uma escola que pôde absorver as melhores lições internacionais disponíveis em um contexto nacional ainda cheio de limitações, e com elas fundar um novo vernáculo visual, genuinamente brasileiro. Todos foram muito celebrados em vida, e um manuscrito de c. 1866-1876 descoberto na [[Biblioteca Nacional]] ainda os louva em conjunto como artistas insignes, dignos de toda a admiração, responsáveis por tornar Salvador uma "nova [[Atenas]]"; Teófilo em particular, foi chamado de "o [[Rafael]] baiano". Além disso, foi um dos últimos grandes continuadores dos princípios do [[Barroco]] (incluindo-se aqui sua floração final, o [[Rococó]]), que permaneceram tão vivos na cultura brasileira até meados do século XIX, quando o estilo já se tornara um anacronismo na Europa em geral há pelo menos cinquenta anos, suplantado pelo [[Neoclassicismo]] e pelo [[Romantismo]].<ref> Valadares, p. 179</ref><ref name="Iphan">Ott, Carlos. [http://www.docvirt.com/WI/hotpages/hotpage.aspx?bib=RevIPHAN&pagfis=2966&pesq=&esrc=s&url=http://docvirt.com/docreader.net# "Noções Sobre a Procedência d'Arte de Pintura na Província da Bahia"]. In: ''Revista do Iphan'', nº 11, 1947, pp. 208-209</ref><ref>Campos (2003) vol. I, pp. 38-50; 224-226; 334-335; 473</ref>
[[File:José Teófilo de Jesus - O Rapto de Helena.jpg|thumb|250px|''O Rapto de Helena de Troia'', Museu de Arte da Bahia]]