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Quando [[Wojciek Jaruzelski]] proclamou [[lei marcial]] em 1981 e prendeu os líderes do [[Solidarność|Solidariedade]], Mrożek protestou no Le Monde, mas as apresentações de suas peças na [[televisão]] e a publicação de seus escritos em jornais poloneses foram proibidas. No entanto, suas obras ainda foram executadas nos cinemas poloneses, embora as autoridades proibiram ''Ambasador'' (1982), que teve sua estréia mundial em [[Varsóvia]] pouco antes da declaração da lei marcial. Em 1983, com vários outros escritores, como [[Czeslaw Milosz]] e [[Leszek Kolakowski]], Mrozek protestou contra a dissolução da Associação de Escritores da Polónia (ZLP).
 
Mrożek casou-se novamente em 1987. Recebeu o prêmio [[Prêmio Franz Kafka]], mas se recusou a aceitar o prêmio polonês Fundacja Literacka. Em [[1989]] os Mrożeks mudaram-se para o [[México]], instalando-se em uma fazenda chamada La Epifania, onde Mrozek compôs a primeira parte de seu diário, ''Dziennik powrotu'', terminando anos mais tarde, na Polônia.
 
Em francês, Mrozek escreveu ''Miłość na Krymie'' (Amor na Criméia, 1993) que concentrava-se na queda do [[Império russo]], para um concurso de melhor peça de dramaturgo francês. Recebeu o Prémio de Teatro "Crédit Industriel et Commercial Paris" por encenar a peça no [[Théâtre de la Colline]], em Paris. ''Piekni widok'' (Uma bela vista, 1998) é sobre dois turistas europeus, cujas férias são arruinadas pela [[Guerra dos Balcãs]].<ref name="a"/>