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Alguns países [[comunista]]s criados após a II Guerra Mundial, como a [[Albânia]] e a [[Iugoslávia]], não foram ocupados pelas forças soviéticas, embora seus líderes tenham sido aprovados por [[Josef Stalin]].<ref>C. D. Jones. ''Soviet hegemony in Eastern Europe: the dynamics of political autonomy and military intervention.'', [[World Politics]], vol.29, pages 216-241.</ref> Outros países foram deixados pelo [[Exército Vermelho]] após concluir suas operações militares, ou após vários anos de ocupação, como o [[Irã]], [[Romênia]], [[CoréiaCoreia do Norte]] e [[China]]. Estes países foram finalmente capazes de conquistar a independência política significativa por parte da União Soviética. No entanto, a União Soviética interveio militarmente em várias ocasiões, como durante a [[Revolução Húngara de 1956]], a [[Primavera de Praga]], a [[invasão soviética do Afeganistão]].
 
Alguns aspectos da ocupação soviética também têm sido descritos como ''ocupação civil'' como distinta da ''ocupação militar'' .<ref>[[Estonian Museum of Occupations]]: [http://www.okupatsioon.ee/trykised/nouk.html Nõukogude okupatsioon Eestis]</ref>
Os soviéticos fizeram a certeza de que um governo pós-guerra fiel, dominado pelos comunistas, fosse instalado no país antes da transferência da autoridade da força de ocupação às autoridades húngaras. A presença de tropas soviéticas no país foi regulamentada pelo [[Comecon|tratado de assistência mútua]] celebrado em [[1949]] entre os governos soviético e húngaro.
 
A [[Revolução Húngara de 1956]] foi uma revolta espontânea em todo o país contra o governo comunista da Hungria e as políticas impostas pelos soviéticos. Depois de anunciar a disposição de negociar a retirada das forças soviéticas, o [[Politburo]] soviético mudou de idéiaideia. Em [[4 de novembro]] de 1956, uma grande força militar conjunta do [[Pacto de Varsóvia]] liderado por [[Moscou]], entrou em [[Budapeste]] para esmagar a resistência armada, matando milhares de civis no processo.
 
Após o [[colapso da União Soviética]], o último soldado soviético deixou o país em [[1991]], terminando assim a presença militar soviética na Hungria.
[[Vladimir Putin]] afirmou que sente a responsabilidade moral para os eventos de 1968 e que a [[Rússia]] condena-os durante sua visita a Praga .<ref>[[Gazeta]], [http://www.gzt.ru/politics/2007/04/27/162543.html Путин чувствует моральную ответственность России за события 1968 года в Чехословакии] (''Putin feels moral responsibility for the 1968 events in Czechoslovakia''), 27.04.2007</ref>
 
=== CoréiaCoreia ===
A ocupação soviética da Coreia ocorreu entre <ref>Olsen, Edward A: (2002) ''Toward Normalizing U.S. Korea Relations'', ISBN 1588261093</ref> 1945 a [[1948]]. Em agosto de 1945, o exército soviético estabeleceu a ''Autoridade Civil Soviética'' para administrar o país até que um regime nacional, pudesse ser estabelecido. Comissões provisórias foram criadas em todo o país pondo os comunistas em posições-chave. Em Fevereiro de [[1946]], um governo provisório chamado de ''[[Comitê Provisório Popular para a Coreia do Norte]]'' foi formado com [[Kim Il-sung]]. As forças soviéticas partiu em 1948, e alguns anos mais tarde, em uma tentativa de unir a [[CoréiaCoreia]] sob o regime comunista, fez estourar a [[Guerra da CoréiaCoreia]].
 
=== Afeganistão ===
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