Diferenças entre edições de "Taquigrafia"

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Com essas lições dominadas a fase de alfabetização esta completa. Dando início aos treinos de velocidade, onde, de forma gradual se taquigrafa mais rápido e se aprende novas as palavras: as "arbitrárias", que são traçados específicos para cada palavra, frase ou expressões mais utilizadas, que muitas vezes fogem das regras da alfabetização, mas tornam a escrita muito mais rápida, fazendo a arte de taquigrafar ser uma tarefa possível.
 
MÉTODO DE TAQUIGRAFIA PROFESSOR ROGÉRIO MASCARENHAS
O nosso método(1) como os demais, buscou subsídio na geometria, através de sinais combinados, retos e curvos. A escrita é totalmente fonética; o aluno deve registrar, portanto, tudo o que ouve, sem se preocupar, nos apanhamentos taquigráficos, com a ortografia, pontuação e acentuação.
 
Inspiramo-nos no tradicional sistema francês de Prépéan (adaptação de Aimé-Paris M. Jules Meysmans), que serviu de base para o desenvolvimento da nossa estrutura e a de inúmeros métodos adotados, tais como: Oscar Leite Alves (1926), Paulo Gonçalves (1958), Moacyr Scolástico (1976), etc.
 
Podemos enumerar, a seguir, as principais inovações: eliminação dos sinais grossos, dobrados e da angulação, tão comum em diversos métodos empregados. A grafia é definitiva desde a primeira lição. Os sinais terminais ou terminações são racionais e de fácil memorização. Porém, a grande novidade é a criação dos sinais reduzidos ou reduções, com a aglutinação das consoantes TE-DE/TRE-DRE-/TLE-DLE, na formação das palavras, diminuindo, ainda mais, os sinais dos taquigramas, tornando a escrita leve e de fácil conversão.
 
(1) Mascarenhas, Rogério - Novíssimo Método de Taquigrafia - Escrita Rápida, 64 páginas, 1ª Edição - Brasília-DF - 2002, ISBN 85-902205-1-6.
 
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