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Os tunicados [[colónia (biologia)|coloniais]] [[reprodução|reproduzem-se]] [[reprodução assexuada|assexuadamente]], formando gomos que permanecem agarrados ao [[organismo]]-pai. A reprodução sexuada é do tipo [[hermafrodita]] – os [[gâmeta]]s são libertados no sifão atrial, onde se dá a [[fertilização]].
 
As primeiras fases do desenvolvimento do [[zigoto]] são típicas dos [[deuteróstomo]]s. Algumas formas [[larva]]res parecem-se muito com [[cordado]]s primitivos ou com [[hemicordado]]s, com um [[notocórdio]], por baixo duma [[medula espinal]]. O estágio larval termina quando o turnicado encontra uma rocha ou pedra adequada para seu desenvolvimento, e se fixa a ela. A partir daí, várias mudanças físicas ocorrem no corpo dos tunicados, sendo um dos mais interessantes o controle de movimento e crescimento pela digestão do [[gânglio]] cerebral – o equivalente do cérebro de animais superiores em insetos e artropodes[[artrópodes]]. Daí vem o dito popular que os tunicados adultos "comem o próprio cérebro", já que na fase adulta, ancorada, não precisam mais dele. Em algumas classes os adultos permanecem pelágicos (nadando ou seguindo a correnteza do mar), nesse caso o gangliogânglio não é comido.
Alguns tunicados têm [[espícula]]s calcárias que podem conservar-se como [[fóssil|fósseis]], que foram encontrados desde o [[Jurássico]], havendo ainda uma forma do [[Neoproterozóico]] proposta: Yarnemia.
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