Diferenças entre edições de "Convento de Corpus Christi"

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A igreja, de concepção centralizada, organiza-se ao longo de um eixo, com nave de [[planta (geometria descritiva)|planta]] octogonal [[abóbada|abobadada]], [[capela-mor]] a nascente e coros a poente, rematada por uma [[cúpula]].
 
Em termos artísticos, destacam-se os quatro altares laterais (com imagens de rara beleza], o Coro-Alto (espaço da primeira fase do barroco, constituído por um [[cadeira]]l distribuído em dois níveis, com formato de "U" e [[talha dourada]]), o teto formado por 49 caixotões decorados com [[pintura]]s a óleo sobre madeira. A pintura e a imaginária que decoram a igreja (teto do coro alto, [[espaldar]] do [[cadeiral]] e [[retábulo]]s) apresentam uma [[iconografia]] que se enquadra nas temáticas da Ordem, representando Santos, Doutores da Igreja, figuras Dominicanas e outras, com destaque para três [[Devoção|devoções]] principais: o [[Santo Rosário]], o nome de [[Jesus]] e a [[Eucaristia]]. O cadeiral, da primeira metade do [[século XVII]], para as horas do ofício e para as reuniões conventuais, apresenta a particularidade de, em cada assento, existir uma carranca diferente, representando negros ou exóticos, e espécies animais e vegetais e, cada [[voluta]] ser uma máscara esculpida, cada uma diferente das demais, sugerindo influências do [[Império Português|Império Ultramarino]].
 
Encontram-se aqui sepultadas D. [[Leonor de Alvim]], esposa do Condestável D. [[Nuno Álvares Pereira]], e sua avó, D. [[Maria Mendes Aboim]], falecida em [[1355]] e fundadora do convento; também se encontra aqui a arca tumular de [[Álvaro Anes de Cernache]], primeiro senhor de Gaia, que foi alferes da bandeira da [[Ala dos Namorados]] na [[batalha de Aljubarrota]] ([[1385]]).
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