Diferenças entre edições de "Sexto Júlio Africano"

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Ele também pode ter servido sob [[Sétimo Severo]] – então comandante das legiões na [[Panônia]] – em [[195]]. Ele esteve também numa embaixada até o imperador Alexandre Severo para pedir a restauração de Emaús, que tinha se transformado em ruínas. Sua missão teve sucesso e desde então a cidade passou a ser conhecida por ''Emaús Nicópolis''.
 
Júlio viajou para a [[Grécia antigaAntiga|Grécia]], para [[Roma antiga|Roma]] e foi para [[Alexandria]] para estudar, atraído pela fama de sua [[Escola Catequética de Alexandria|escola catequética]], possivelmente por volta do ano [[215]]<ref>{{citar livro|autor=Gelzer|título=Sextus Julius Africanus und die Byzantinische Chronographie| local=Leipzig|ano=1898|páginas = 11| língua = alemão}}</ref>. Ele conhecia [[língua grega|grego]] (que era a língua em que ele escrevia), [[latim]] e [[hebraico]]. Foi um soldado e pagão, embora tenha escrito todas as suas obras como um cristão.
 
Se Júlio era um leigo ou um clérigo permanece um assunto controverso. [[Louis-Sébastien Le Nain de Tillemont|Tillemont]] argumento que pela forma como Júlio se referiu ao padre [[Orígenes]] como sendo "caro irmão" que ele deve ter sido um padre também<ref>{{citar livro|autor = Louis-Sébastien Le Nain de Tillemont|título=Mémoires pour servir à l'histoire ecclésiastique| volume = III| local = Paris| ano = 1693| páginas = 254| língua = francês}}</ref>, mas Gelzer afirma que este argumento é inconclusivo<ref>{{citar livro|autor=Gelzer|título=Sextus Julius Africanus und die Byzantinische Chronographie| local=Leipzig|ano=1898|páginas = 9| língua = alemão}}</ref>. Textos chamando-o de [[bispo]] só apareceram no século IV dC.