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* [[28 de Março]] - [[Manuel Jaques de Oliveira]], com uma companhia da freguesia da [[Ribeirinha (Angra do Heroísmo)|Ribeirinha]] que incluía mulheres, conquista o [[Forte de São Sebastião (Angra do Heroísmo)|Forte de São Sebastião]], de onde os espanhóis fogem por mar para a [[Fortaleza de São João Baptista da Ilha Terceira|Fortaleza de São João Baptista]].<ref>O episódio é narrado pelo padre [[Manuel Luís Maldonado]] na [[Fenix Angrence]] (vol. 2, p. 170). </ref>
* [[31 de Março]] - Domingo de Páscoa, D. João IV foi aclamado rei em Angra, sob o fogo cerrado das baterias espanholas, foi um dos acontecimentos mais “impressionantes” da Restauração segundo o Historiador José Manjardino: "''a aclamação fez-se num ambiente dramático que já aqui em tempos se apontou como a mais espectacular e genuína restauração da independência havida em terras de Portugal. Uma procissão cívica percorria as ruas até à Praça, convergindo para a Sé, onde se cantou um [[Te Deum]], tudo ao ritmo e sob a fumarada da artilharia castelhana que, do castelo de São Filipe, disparava sem cessar sobre a cidade.''"
 
== Maio ==
* [[13 de Maio]] - D. João IV decretou a criação da [[Aula de Artilharia e Esquadria]], remota antecessora do [[Comando da Instrução e Doutrina]] e da própria [[Academia Militar]].
 
== Junho ==
* [[20 de Junho]] - D. [[Luís Peres de Viveiros]], com os trezentos soldados que trazia para socorrer a guarnição espanhola cercada no [[Castelo de São João Baptista da Ilha Terceira|Castelo de São João Baptista]], rende-se a [[Francisco de Ornelas]] junto aos [[ilhéus da Mina]];
 
== Agosto ==