Diferenças entre edições de "Os Pinos"

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(Nem a versão oficial, nem a original empregam a ortografia portuguesa ou reintegracionista, como se pode comprovar nas fontes)
 
== Letra da versão oficial (abreviada) ==
 
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! Letra oficial
! Letra original de 1890
Que di'm os rumorosos<br />
|-
na costa verdescente<br />
|
Que di'mdin os rumorosos<br />
na costa verdescenteverdecente,<br />
ao raio transparente<br />
do prázidoprácido luar?<br />
Que din as altas copas<br />
Que di'm as altas copas<br />
de escuro arume arpado<br />
c'oco seu bemben compassadocompasado<br />
monótono fungar?<br />
 
<br />
Do teu verdor cingidocinguido<br />
e de benignos astros,<br />
confimconfín dos verdes castros<br />
e valeroso chãochan,<br />
nãonon dêsdes a esquecimentoesquecemento<br />
da injúriainxuria o ruderudo encono;<br />
despertaesperta do teu sono<br />
fogarFogar de BreogãoBreogán.<br />
 
<br />
Os bos e xenerosos<br />
a nosa voz entenden<br />
::::::: Os bons e generosos
e con arroubo atenden<br />
::::::: a nossa voz entendem
o noso ronco son,<br />
::::::: e com arroubo atendem
mais só os iñorantes<br />
::::::: o nosso ronco som,
::::::: e féridos e duros,<br />
::::::: mas só os ignorantes
imbéciles e escuros<br />
::::::: e féridos e duros,
non nos entenden, non.<br />
::::::: imbecis e escuros
 
::::::: não nos entendem, não.
Os tempos son chegados<br />
::::::: dos bardos das idades<br />
::::::: Os tempos são chegados
que as vosas vaguedades<br />
::::::: dos bardos das idades
cumprido fin terán;<br />
::::::: que as vossas vaguidades
pois, onde quer, xigante<br />
::::::: cumprido fim terão;
::::::: a nossanosa voz pregoa<br />
::::::: pois, ondequer, gigante
a redenzón da boa<br />
::::::: a nossa voz pregoa
Nazón de Breogán.<br />
::::::: a redenção da boa
 
::::::: nação de [[Breogão]].
|
Que din os rumorosos <br />
Na costa verdecente,<br />
Ó rayo trasparente, <br />
Do prácido luar...?<br />
Que di'mdin as altas copas<br />
D'escuro arume arpado,<br />
Co seu ben compasado, <br />
Monótono fungar...?<br />
 
Do teu verdor cingido,<br />
É de benígnos astros,<br />
Confin dos verdes castros,<br />
E valeroso chán,<br />
Non dés a esquecemento,<br />
Da injuria o rudo encono;<br />
Despérta do teu sono,<br />
Fogar de Breogán.<br />
 
::::::: Os bonsboos e generosos,<br />
A nosa voz entenden;<br />
E con arroubo atenden,<br />
O noso rouco son;<br />
:::::::Mas, mas sósós os ignorantes,<br />
E férridos e duros, <br />
Imbéciles e escuros<br />
No-nos entenden, non.<br />
 
::::::: Os tempos sãoson chegados,<br />
Dos bardos das edades,<br />
Q'as vosas vaguedades, <br />
Cumprido fin terán;<br />
Pois donde quer gigante,<br />
A nosa voz pregóa,<br />
A redenzón da bóa<br />
Nazón de Breogán.<br />
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