Transcomunicação instrumental: diferenças entre revisões

 
==No Brasil==
Nos anos 1970, a escritora [[Hilda Hilst]] foi uma pioneira nas experiências com Transcomunicação Instrumental, tendo gravado diversas vozes em sua residência, a Casa do Sol. Em entrevista à revista [[Planeta_(revista)|Planeta]] de Julho de 1977, afirmou ter se interessado pelo tema após ler o livro ''Telefone para o Além'', de [[Friedrich Jurgenson|Friedrich Jürgenson]].<ref>Entrevista de Hilda Hilst à revista Planeta, edição de Julho de 1977 http://www.angelfire.com/ri/casadosol/transcom.html</ref>
 
O Brasil sediou um Congresso Internacional de Transcomunicação em Maio de 1992, na cidade de [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], com a participação dos pesquisadores [[Hernani Guimarães Andrade]] e [[Sônia Rinaldi]]. No país, à época, a maioria das comunicações era registada através de gravadores de fita magnética.<ref>ARAIA, Eduardo. A Transcomunicação Instrumental em Balanço (entrevista com Hernani Guimarães Andrade). ''Revista [[Planeta (revista)|Planeta]]''. ed. 281, ano 24, nr. 2, fevereiro de 1996. p. 14-21.</ref>.
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