Transcomunicação instrumental: diferenças entre revisões

Comunicação Social da Universidade Gama Filho (UGF)</ref>
 
A primeira obra sobre o assunto, ainda sem a moderna denominação, foi "''Vozes do Além pelo Telephone (Novo e admirável systemsystema de communicação - Os espíritos fallando pelo telephone)''" de [[Oscar D'Argonnel]], publicada no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], em [[1925]]. O autor conhecido pesquisador [[espiritismo|espírita]] do começo do [[século XX]], nela reuniu diversos casos onde a comunicação com os mortos podia dar-se através do telefone. Apesar de suas ponderadas considerações, por ser um veículo particularmente propenso a fraudes e engodos, o assunto não mereceu outras abordagens mais sérias, durante décadas.
 
A moderna fase da TCI iniciou-se com o crítico de arte [[Suécia|sueco]] [[Friedrich Jurgenson|Friedrich Jürgenson]] (1903-1987) que, em seus momentos de lazer, em sua casa de campo em [[Molbno]], tinha o hábito de gravar o canto dos pássaros da região. Em [[1959]], ao escutar uma dessas gravações, deparou-se com vozes humanas entre os cantos gravados. Estranhou o fato, uma vez que estivera absolutamente só ao realizar a gravação, no meio de um bosque. Ao ouvir com mais cuidado, notou que se tratava de vozes de pessoas e que podiam ser percebidas palavras em vários idiomas, o que descartava a hipótese de interferência de alguma emissora de [[rádio]]. Aprofundando-se em novas gravações, assombrou-se ao perceber que as vozes o chamavam pelo nome, por apelidos e que podiam responder a perguntas feitas no local, o que também descartava a hipótese de captação de rádio-amador ou outro tipo de transmissão à distância. Indagando de quem seriam aquelas vozes, a resposta não tardou: "''Somos os mortos...''".
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