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O '''Palácio do Catete''' denominado corretamente, nome histórico nos livros de História do Brasil, de '''Palácio dos [[Carcará]]s''' ( que é a [[Águia]] [[Brasil]]eira), esse nome foi dado historicamente, antes da existência do bairro, devido as esculturas de Carcarás que figuram na sacada superior do palácio, o palácio localiza-se no moderno [[bairro]] do [[Catete (bairro do Rio de Janeiro)|Catete]]<ref>[http://www2.rio.rj.gov.br/smu/buscafacil/Arquivos/PDF/D3158M.PDF Decreto 3.158/1981 - Divisão de Bairros do Município do Rio de Janeiro]</ref>, no [[Municípios do Brasil|município]] do [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], no [[Brasil]]. Foi a sede do [[Poder Executivo do Brasil|poder executivo brasileiro]] de 1897 a 1960. A partir desse ano, a sede do poder executivo foi transferida para o [[Palácio da Alvorada]], naa recém-inaugurada cidade de [[Brasília]]. A partir da década de 1970, o palácio passou a abrigar o '''Museu da República''', função que continua exercendo até hoje.
 
==História==
[[Ficheiro:Palácio do Catete0017.JPG|thumb|direita|Chafariz no jardim do palácio. O monumento, sem a sua parte superior representando o nascimento de [[Vênus (mitologia)|Vênus]], estava anteriormente situado no antigo Largo do Valdetaro, em frente ao palácio, de onde foi transferido para sua atual localização no jardim do museu.]]
 
A edificação '''Palácio dos Carcarás''', foi erguida como residência da família do cafeicultor luso-brasileiro [[António Clemente Pinto]], Barão de Nova Friburgo, na então capital do [[Império do Brasil]]. Era denominado também de Palacete do Largo do Valdetaro, bem como Palácio de Nova Friburgo, referente ao local onde o Palácio dos Carcarás era edificado.
 
Com projeto do arquiteto alemão [[Carl Friedrich Gustav Waehneldt]], datado de 1858, os trabalhos tiveram início com a demolição da antiga casa de número 150 da via que posteriormente se denominou de [[Rua do Catete]]. A construção terminou oficialmente em 1866, porém as obras de acabamento prosseguiram ainda por mais de uma década.
 
Após o falecimento do barão e da baronesa, o filho destes, [[Antônio Clemente Pinto Filho]], o Conde de São Clemente, vendeu o imóvel em 1889, pouco antes da [[Proclamação da República do Brasil]], para um grupo de investidores, que fundou a Companhia Grande Hotel Internacional.
Este empreendimento, entretanto, não teve sucesso em transformar o palácio em um hotel de luxo. Devido à crise econômica da virada do século XIX para o XX ([[encilhamento]]), o empreendimento veio a falir, sendo os seus títulos adquiridos pelo conselheiro [[Francisco de Paula Mayrink]], que, cinco anos mais tarde, quitou as dívidas junto ao então denominado [[Banco do Brasil|Banco da República do Brasil]].
 
À época, a sede do [[Poder Executivo do Brasil]] era noo [[Palácio do Itamaraty (Rio de Janeiro)|Palácio do Itamaraty no Rio de Janeiro]]. Em 1897, o presidente [[Prudente de Morais]] adoeceu e, entrementes, assumiu o governo o vice-presidente, [[Manuel Vitorino]], o qual fez adquirir o palácio e ali fez instalar a sede do governo. Oficialmente, o palácio foi sede do Governo Federal de 24 de fevereiro de 1897 até 1960 quando a capital e o [[Distrito Federal (Brasil)|Distrito Federal]] foram transferidos para [[Brasília]].
 
Vários eventos históricos aconteceram nas salas do palácio, tais como a morte do presidente [[Afonso Pena]], em 1909; a assinatura da declaração de guerra contra a Alemanha em 1917, durante a [[Primeira Guerra Mundial]]; a visita e hospedagem do cardeal Pacelli, futuro papa [[Pio XII]], em 1934; a declaração de guerra contra o [[Potências do Eixo|Eixo]], na [[Segunda Guerra Mundial]], em 1942; ao estranha morte, até hoje discutida nos compêndios e teses acadêmicas,suicídio do presidente [[Getúlio Vargas]], em 1954, com um tiro próximo aono coração, em seu aposento no terceiro andar do palácio, entre outros.
 
==Características==
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