Pelotão de Operações Especiais (Força Aérea Brasileira): diferenças entre revisões

sem resumo de edição
Os militares que compoem os PELOPES de uma unidade de infantaria da FAB, geralmente são selecionados entre os que mais se destacam nas operações de adestramento destas unidades, assim como os que tenham melhor desempenho nos testes de aptidão física e também militares que já tenham servido em uma das duas unidades de elite da FAB, o [[Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR)]] e o [[Pelotão Punhal]], ou que já tenham concluído cursos de elite destas duas unidades, ou de outras unidades de elite das demais [[Forças Armadas do Brasil]], de [[Forças Auxiliares]] ou outras organizações policiais civis estaduais ou federais, bem como aqueles que já tenham participado de alguma operação real. Militares que estejam em seu primeiro ano na FAB normalmente não podem fazer parte dos PELOPES.
 
Por determinação do [[Centro de Operações Terrestres da Aeronáutica]] ([[COTAR]]), a premissa básica para servir em um PELOPES da FAB é concluir com êxito o [[Curso de Operações Especiais em Segurança e Defesa]], curso de elite criado e de doutrina do Pelotão Punhalde Operações especiais do BINFAE-BR, cujo efetivo já atuou em missões de risco no Haiti, operações na fronteira do Brasil com a Bolívia em parceria com a Polícia Federal, patrulhamento aéreo na serra do cachimbo e vários outras do mesmo caráter.<ref>sítio eletrônico Facas Militares <http://facasmilitares.com/urutupunhal.html>. Acessado em 26/12/2010.</ref> Após a conclusão deste curso, o militar do PELOPES cumpri o plano anual de treinamento dos Pelotões de Operações Especiais, que é muito mais intenso e complexo do que o treinamento da infantaria convencional restante da unidade a qual este PELOPES está inserido, neste plano, realizam isoladamente treinamentos em campos de instrução das Forças Armadas e esporadicamente também realizam treinamentos em conjunto com o Pelotão Punhal, com o PARA-SAR e outras unidades de elite da [[Marinha do Brasil|Marinha]] e do Exército.
 
Em alguns casos oficiais e sargentos de carreira dos PELOPES são enviados a unidades da FAB e demais Forças Armadas, como o PARA-SAR, o [[Centro de Instrução de Operações Especiais]], o [[Centro de Instrução de Guerra na Selva]], o [[Centro de Instrução Paraquedista General Penha Brasil]] e o [[Centro de Instrução Almirante Milclíades Portela Alves]], entre outros, a fim de se especializarem e multiplicarem seus conhecimentos aos demais integrantes de seu PELOPES.
Utilizador anónimo