Diferenças entre edições de "Senciência"

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O [[filosofia|filósofo]] francês [[René Descartes]] ([[1596]]-[[1650]]) deixou uma duradoura influência com a sua opinião de que os animais eram "máquinas" sem alma.
 
A senciência é uma característica que está presente apenas em seres do reino animal. O sinal exterior mais amplamente reconhecido de senciência é a dor e, dessa forma, este conceito – ou a sua ideia – tem sido usado, a algum tempo, como fundamento para a defesa da proteção dos animais não-humanos contra o sofrimento, ou para a atribuição de direitos morais aos mesmos. Por exemplo, [[Jeremy Bentham]] ([[15 de fevereiro]] de [[1748]] – [[6 de junho]] de [[1832]]), já dizia que o que deveria ser considerado no debate sobre o dever de compaixão dos seres humanos perante animais não-humanos não era se estes eram dotados de razão ou linguagem, mas se eram capazes de sofrer. Como ele, [[Charles Darwin]] ([[1809]]-[[1882]]) acreditava que a "actividade mental" dos animais era semelhante à dos humanos.<ref>{{citar web |url=http://pt-br.utilitarismoetico.wikia.com/wiki/Senci%C3%AAncia |publicado=Pt-br.utilitarismoetico.wikia.com |autor= |obra= |título= |data= |acessodata= |língua= }}</ref>
 
A senciência é amplamente reconhecida em todos os animais [[vertebrado]]s – portadores de [[sistema nervoso]] central -, o que inclui quase todos os animais utilizados comumente pelo ser humano nas suas atividades (o que está em muito relacionado com a [[exploração animal]]). Esta definição, porém, enfatiza apenas um critério para a existência de senciência: a manifestação (a nós, perceptível) da dor.
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