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Nos séculos [[século VII a.C.|VII a.C.]] e [[século VI a.C.|VI a.C.]], pertencia à [[anfictionia]] chamada «dos [[Minianos]]», cuja fixação era na ilha de [[Poros|Calauria]].<ref>[[Estrabão]], ''[[Geografia de Estrabão|Geografia]]'',viii,6,15.</ref> Em finais do século VI a.C., era governada pelo tirano [[Procles (tirano de Epidauro)|Procles]], que deu sua filha Melisa em casamento a [[Periandro de Corinto|Periandro]], tirano de [[Corinto]]<ref>[[Heródoto]], ''[[História (Heródoto)|Histórias]]'', iii,50; v,92</ref><ref>[[Pausânias (geógrafo)]], ''[[Descrição da Grécia]]'', 2.28.8</ref>. Periandro atacou Epidauro e fez prisioneiro Procles conquistando a cidade. Depois da tirania voltou a [[oligarquia]].
 
Na época histórica, oligarcas dóricos continuaram a ser os dirigentes da cidade, que era uma das principais cidades comerciais do [[Peloponeso]]. Epidauro colonizou [[Egina]], que durante muito tempo foi uma dependência. Também colonizou [[Cós (Grécia)|Cós]], [[Calimnos]] (''Calidnos'') e [[NisirosNísiros]], mas quando o comércio cresceu, Egina aumentou a sua importância e suplantou a metrópole no século VI a.C.
 
Epidauro foi sempre fiel aliada de [[Esparta]] enquanto que com a sua metrópole, Argos, rompeu relações depois da instauração nesta cidade da [[democracia grega|democracia]]. A cidade de Epidauro era governada por ''artinos'' (''artynae'') que presidiam um conselho de 180 membros; os habitantes originais não dórios eram os ''konipodes'' que trabalhavam a terra para os seus amos dórios, mas não eram escravos.