Diferenças entre edições de "John Russell, 1.º Conde Russell"

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[[Ficheiro:John |nome Russell, 1st Earl Russell by Sir Francis Grant detail.jpg|thumb|right|'' = John Russell'']]
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'''John Russell, 1.º Conde Russell''' <small>[[Ordem da Jarreteira|KG]], [[Ordem de São Miguel e São Jorge|GCMG]], [[Conselho Privado do Reino Unido|PC]]</small> ([[18 de agosto]] de [[1792]] — [[28 de maio]] de [[1878]]), conhecido como '''Lord John Russell''' antes de [[1861]], foi um [[político]] [[whig]] e [[Partido Liberal do Reino Unido|liberal]] [[Reino Unido|britânico]], por duas vezes foi [[Primeiro-ministro do Reino Unido]].
 
==Biografia==
'''John Russell, 1º Conde Russell''', [[Ordem da Jarreteira|KG]], [[Ordem de São Miguel e São Jorge|GCMG]], [[Conselho Privado do Reino Unido|PC]] ([[Londres]], [[Inglaterra]], [[18 de agosto]] de [[1792]] — [[28 de maio]] de [[1878]]), conhecido como '''Lord John Russell''' antes de [[1861]], foi um [[político]] [[whig]] e [[Partido Liberal do Reino Unido|liberal]] [[Reino Unido|britânico]], por duas vezes foi [[Primeiro-ministro do Reino Unido]].
Russell nasceu em um dos mais altos escalões da aristocracia britânica. A família Russell tinha sido uma das principais dinastias Whig na Inglaterra desde o [[século XVII]], e estavam entre as mais ricas famílias aristocráticas de proprietários de terras no país, mas como um filho mais novo do [[John Russell, 6.º Duque de Bedford|6.º Duque de Bedford]], não era esperado herdar a propriedades familiares. Como filho mais novo, ele levou o título de cortesia "Lord John Russell", mas como ele não era um par em seu próprio direito, ele tinha apenas o direito de sentar-se na [[Câmara dos Comuns]].
 
Ele foi educado na [[Westminster School]] e na [[Universidade de Edimburgo]], que ele participou entre 1809 e 1812, apesar de ter deixado sem ter um diploma<ref>John Prest, ''Lord John Russell'' (University of South Carolina Press, 1972), 11-13.</ref>.
{{esboço-político}}
 
==Vida pública==
Russell entrou na [[Câmara dos Comuns]] como um [[Whig]] em 1813. Em 1819, Russell abraçou a causa da reforma do Parlamento, e levou a ala mais reformista dos Whigs em toda a década de 1820. Quando os Whigs chegaram ao poder em 1830 com [[Charles Grey, 2.º Conde Grey |Conde Grey]], Russell entrou no governo como ''Paymaster of the Forces'', e logo foi elevado ao Gabinete. Ele foi um dos principais líderes da luta pela [[Lei de Reforma de 1832]], ganhando o apelido de '''Finality Jack''' por sua complacência ao pronunciar a Lei como uma medida final. Em 1834, quando o líder da Câmara dos Comuns, [[John Spencer, 3.º Conde Spencer|Lord Althorp]], sucedeu à nobreza como [[Conde Spencer]], Russell tornou-se o líder dos Whigs na Câmara dos Comuns, uma posição que mantém para o resto da década, até os Whigs saírem do poder em 1841. Nesta posição, Russell continuou a liderar a ala mais reformista do partido Whig, chamando, em particular, da liberdade religiosa, e, como secretário do Interior em final da década de 1830, desempenhou um grande papel na democratização do governo das cidades britânicas (que não [[Londres]]). Durante sua carreira no Parlamento, Lord John Russell representou a cidade de Londres<ref>Karl Marx, "O resultado das eleições" contidos nas Obras Completas de'' Karl Marx e Friedrich Engels:. Fascículo 11'' (International Publishers: Novo York, 1979) p. 349.</ref>.
 
===Primeiro Gabinete===
Em 1845, como líder da Oposição, Russell saiu em favor da revogação da [[Corn Laws]], forçando o [[Partido Conservador (Reino Unido)|conservador]] Primeiro-Ministro [[Robert Peel|Sir Robert Peel]] para segui-lo. Quando os conservadores dividiram o ano sobre este assunto, os Whigs voltaram ao poder e Russell tornou-se primeiro-ministro. O governo Russell foi frustrante, e, devido a desunião do partido e brigas internas, ele não foi capaz de garantir o sucesso de muitas das medidas que ele estava interessado em passar.
 
O primeiro governo de Russell coincidiu com o [[Grande Fome da Irlanda]] da década de 1840, e viu em conflito com seu obstinado secretário de Exterior, [[Henry Temple, 3.º Visconde Palmerston|Lord Palmerston]], cuja beligerância e apoio para a revolução continental era embaraçoso. Palmerston foi forçado a demitir-se quando reconheceu o golpe de [[Napoleão III]], de 2 de dezembro de 1851, sem a aprovação real.
 
O governo também apresentou um projeto de milícia na Câmara dos Comuns, a votação que foi feito um [[voto de confiança]] sobre o governo. Palmerston conseguiu introduzir uma emenda ao projeto de lei sobre milícia que passou por 11 votos. Assim, a maioria de votos em favor da emenda ao projeto de lei de milícia causou a queda do ministério de Russell, que ocorreu em 21 de fevereiro de 1852. A Emenda de Palmerston, assim, derrubou o governo Russell. Este era famoso "olho por olho, com Johnny Russell" de Palmerston, uma vingança por sua demissão por Russell como Ministro dos Negócios Estrangeiros.
 
===Oposição===
[[Imagem:Lord Palmerston 1863-edit.jpg|thumb|180px|Lord Palmerston, adversário dentro do próprio partido.]]
Após a sua queda, foram convocadas novas eleições, e por uma pequena margem, os Tories venceram. Como também houve partidos menores e independentes eleitos para a Câmara dos Comuns e esses partidos menores e independentes realizavam agora o equilíbrio de poder na nova Câmara dos Comuns, havia 38 membros que eram tecnicamente conservadores, mas na verdade eram [[Peelites]] (seguidores de Robert Peel)<ref name=KM352>Karl Marx, "O resultado das eleições" contidos nas Obras Completas de'' Karl Marx e Friedrich Engels:. Fascículo 11'' (International Publishers: Novo York, 1979) p. 352.</ref>.
 
Havia também 113 membros do novo Parlamento que eram "Free Traders"<ref name=KM352 />. Eram mais radicais do que a Peelites. Eles sentiram que as tarifas sobre todos os bens de consumo importados deveriam ser removidos, e não apenas a tarifa de trigo ou de "milho". Além desses, houve a eleição de 63 membros da "Brigada Irlandesa", composta por membros irlandeses interessados ​​na legislação dos direitos dos inquilinos para a proteção dos arrendadores na Irlanda<ref name=KM352 />.
 
Nenhum desses grupos menores estavam interessados ​​em formar um governo com os conservadores por causa da amargura que sobrou pela revogação da [[Corn Laws]]. No entanto, John Russell dos Whigs não poderia atrair um número suficiente de membros de partidos pequenos para formar um governo de qualquer um. Outras questões tratadas durante o governo Russell recente haviam alienado estes três grupos menores de Whigs também. Assim, a rainha [[Vitória do Reino Unido|Vitória]] pediu ao [[Edward Smith-Stanley, 14.º Conde de Derby|Conde de Derby]] para formar um governo minoritário. No entanto, esse governo minoritário logo caiu, após uma [[moção de desconfiança]].
 
===Ministro de Aberdeen ===
Russell, como o líder dos Whigs, em seguida, trouxe o Whigs em um novo governo de coalizão com o [[Peelites]], liderado pelo Peelite [[George Hamilton-Gordon, 4.º Conde de Aberdeen|Lord Aberdeen]]. Aberdeen foi o primeiro-ministro da seção Peelite de governo de coalizão. Sentimentos contra Palmerston ainda corriam tão forte por causa de sua carta ao embaixador francês endossando o golpe de Luís Bonaparte, de 2 de dezembro de 1852, que Palmerston não poderia ser nomeado como Ministro dos Negócios Estrangeiros. No entanto, Palmerston tinha de ser uma parte do novo governo Aberdeen. Assim, em 28 de dezembro de 1852, Palmerston foi nomeado ''Home Secretary''. Russell continuou a servir como líder do Partido Whig na Câmara dos Comuns. Como o líder do maior partido da coalizão de governo Aberdeen, Russell era necessário no novo governo. Assim, em 28 de dezembro de 1852, Russell foi nomeado Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros.
 
===Questão Oriental===
{{AP|Questão Oriental}}
Juntamente com Palmerston, Lord John Russell foi fundamental para que a Grã-Bretanha com a França se envolvessm em frustrar o poder crescente do [[Império Russo]]. Eles fizeram isso como um membro do governo de Aberdeen e contra a vontade do Conde de Aberdeen. O [[Império Otomano]] estava em um estado de declínio e várias nações da Europa procuraram tirar vantagem do declínio. O Império Russo, em particular procurou afirmar suas reivindicações territoriais para o sudeste da Europa ou dos Balcãs à custa do território Otomano na Europa. No entanto, tão logo Luís Bonaparte havia terminado seu golpe contra a [[Segunda República Francesa]] e assumiu o título de Napoleão III, imperador da França, enviou um embaixador ao Império Otomano, com instruções para obter aos otomanos uma garantia de que a França seria o "protetor dos cristãos locais" em [[Jerusalém]] e na [[Terra Santa]]. Bonaparte era o sobrinho de Napoleão I, Imperador da França, e muitos funcionários públicos britânicos - como Aberdeen - sentiam que Luís Bonaparte estava apenas procurando aventura no estrangeiro e engrandecimento e, mais cedo ou mais tarde, envolveria a Grã-Bretanha em outra série de guerras como as guerras contra a França e Napoleão 1793-1815. A França tinha sido vista como um adversário dos interesses britânicos, e essa percepção não mudou desde 1815. Assim, grande parte do público britânico do lado de Rússia ou desejava permanecer neutro na disputa entre a Rússia e a França sobre o futuro do Império Otomano, que estava sendo chamado de "Questão Oriental"<ref>Karl Marx and Frederick Engels, "British Politics--Disraeli--The Refugees--Mazzini in London--Turkey" contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12'' (International Publishers: New York, 1979) p. 5.</ref> . No entanto, como o tempo passou, a opinião pública iria alterar. O governo britânico estava preocupado com o resultado das crescentes tensões sobre Questão Oriental. Assim, Aberdeen enviou [[Stratford Canning, 1.º Visconde Stratford de Redcliffe|Lord Stratford de Redcliffe]], um diplomata de experiência considerável, para o Império Otomano, para supervisionar os interesses britânicos.
[[Imagem:John Russell, 1st Earl Russell by Lowes Cato Dickinson detail.jpg|thumb|left|180px|Lord John Russel em detalhe da pintura de Lowes Cato Dickinson.]]
Quando os otomanos cederam às exigências de Luís Bonaparte, a Rússia opôs fortemente e em 7 de maio de 1853 um dos estadistas líderes da Rússia, o príncipe [[Alexander Sergeyevich Menshikov]], chegou na Turquia, para elaborar um acordo<ref>Karl Marx, "Affairs in Holland--Denmark--Conversion of the British Debt--India, Turkey and Russia" contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12'', p. 105.</ref>. Durante a [[Guerra Russo-Turca (1768-1774)|Guerra Russo-Turca de 1768-1774]], a Rússia ocupou as províncias Turco-Otomanas controladas de [[Valáquia]] e [[Moldávia]]. Sob o [[Tratado de Kucuk Kaynarva]], assinado em 1774, a Rússia tinha dado essas províncias do Danúbio para a Turquia (Império Otomano) em troca do reconhecimento turco do direito exclusivo da Rússia para "proteger os locais cristãos em Jerusalém e na Terra Santa". Menshikov negociou um acordo com a Turquia e os turcos inverteram-se e concordaram com o acordo russo<ref>Karl Marx, "The Turkish Question in the Commons" contido no ''Collected works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12'', p. 266.</ref>.
 
Lord John Russell, Palmerston e outros funcionários públicos e um número crescente do público britânico estavam começando a ver que a expansão da Rússia estava começando a ameaçar os interesses britânicos na Índia e comércio britânico com a Pérsia. Eles sentiram que um acordo com a França e de cooperação com os franceses sobre a Questão Oriental era necessário para evitar ameaças russas para os interesses britânicos. Assim, eles estavam dispostos a trabalhar com a França, mesmo que a França enviou o navio Charlemagne para o [[Mar Negro]] na primavera de 1852, como uma demonstração de força contra os russos<ref>Karl Marx "The Turkish Question in the Commons" contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12" p. 267.</ref>. Em face da apresentação francesa de força, os otomanos viram-se para Lord Stratford de Redcliffe para aconselhamento sobre a questão<ref>Karl Marx, "Mazzini--Switzerland and Austria--The Turkish Question" contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12'', p. 109.</ref>. Lord Stratford de Redcliffe mais tarde foi acusado de persuadir os otomanos para rejeitar o acordo russo. Assim, os turcos inverteu-se e assinaram um tratado reconhecendo os franceses e o Vaticano como os protetores oficiais dos locais cristãos na Terra Santa. Os russos responderam com a implantação do 4 º e 5 º Corpo de Exército ao longo do [[rio Danúbio]]. Além disso, os russos começaram uma opinião do tribunal político britânico. No entanto, a esta altura já era tarde demais. A opinião pública na Grã-Bretanha começou a mudar para a simpatia para a Turquia. Ainda assim, o governo Aberdeen resistiu na busca ativa da guerra. Lord Russell tornou-se frustrado com a falta de apoio para a Turquia mostrado pelo governo britânico. Depois de prometer a si mesmo pela integridade e independência da Turquia, <ref name=KM143>Karl Marx, "Turkey and Russia--Connivance of the Aberdeen Ministry with Russia--The Budget--Tax on Newspaper Supplements--Parliamentary Corruption" contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12'', p. 143.</ref> Russell renunciou ao governo em 21 de fevereiro de 1853. Aberdeen substituiu Lord Russell, como Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros em seu governo por [[George Villiers, 4.º Conde de Clarendon|Lord Clarendon.]]
 
Finalmente, em maio de 1853, Aberdeen foi forçado a fazer uma demonstração de força<ref name=KM143 />, enviando uma frota sob o almirante [[Armar Lowry Corry]] estacionadas na baía de Biscaia para a ilha de Malta para juntar-se a um esquadrão sob o almirante Sir [[James Deans Whitley Dundas]]. A força combinada foi enviada para se juntar à frota francesa na Ilha [[Salamina]], perto de Atenas, na Grécia<ref>Karl Marx, "The Turkish Question--The Times--Russian Aggrandizement" contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume 12'', p. 112.</ref>. A frota anglo-francesa combinada, então, partiu para um local fora da costa da Turquia<ref>Karl Marx, "The Russian Humbug--Gladstone's Failure--Sir Charles Wood's East Indian Reforms", contido no ''Collected Works of Karl Marx and Frederick Engels: Volume: 12'', p. 118.</ref>.
 
Após a demissão do conde de Aberdeen, Lord Palmerston foi perguntado sobre formar um novo governo. John Russell foi enviado a Viena para negociar (aceitando a Secretaria Colonial), mas sacrificou-se para proteger a confidencialidade, negociação e temporariamente se aposentou da política em 1855, com foco na escrita.
 
===Secretário dos Negócios Estrangeiros===
Em 1859, na sequência de um outro governo de curta duração conservador, Palmerston e Russell tinham suas diferenças, e Russell aceitou servir como ministro das Relações Exteriores em um novo gabinete de Palmerston - geralmente considerado o primeiro verdadeiro Gabinete Liberal. Este período foi agitado particularmente no mundo fora da Inglaterra, vendo a [[unificação da Itália]], a [[Guerra Civil Americana]], e da [[Guerra dos Ducados do Elba|guerra de 1864]] em [[Schleswig-Holstein]] entre a [[Dinamarca]] e os [[Confederação Germânica|estados alemães]]. Russel organizou a [[Conferência de Londres de 1864]], mas não conseguiu estabelecer a paz na guerra. Seu mandato do ''Foreign Office'' foi notável para a famosa expedição em que ele defendeu a independência italiana: "O Governo de Sua Majestade vai voltar seus olhos, numa perspectiva gratificante de uma pessoa construindo o edifício de suas liberdades, e consolidando o trabalho de sua independência, em meio as simpatias e votos de felicidades da Europa"(27 de Outubro de 1860).
 
===Casa dos Lordes===
Russell foi elevado à nobreza como Conde Russell, de Kingston Russell, no [[condado de Dorset]], e Visconde Amberley, de Amberley no [[Condado de Gloucester]] e de Ardsalla no [[Condado de Meath]], em 1861. Como um par em seu próprio direito, ele sentou-se na [[Câmara dos Lordes]] para o resto de sua carreira.
 
===Segundo Gabinete===
Quando Palmerston morreu repentinamente em 1865, Russell voltou a ser primeiro-ministro. Seu segundo governo foi curto e frustrante, e Russell falhou em sua grande ambição de expandir a franquia - uma tarefa que ficaria a cargo de seus sucessores conservadores, Derby e [[Benjamin Disraeli]]. Em 1866, o partido novamente se desuniu e derrubou seu governo, e Russell entrou na aposentadoria permanente.
 
==Família e descendência==
Em 11 de abril de 1835, se casou com Adelaide Russell, Lady Ribblesdale, a filha mais velha de Thomas Lister Esq. e a viúva de Thomas Lister, segundo Barão Ribblesdale, que morreu em 1832. A sua morte, em 1838, cortou o curto casamento após três anos. Eles tiveram duas filhas, Lady Georgiana Adelaide Russell (1836-1922), que se casou com Archibald Descasque e teve uma filha, Grace (1878-1973), e Lady Victoria Russell (1838-1880), que se casou com o Rev. Villiers Henry Montagu, filho de Henry Montagu Villiers, bispo de Durham, e deixou muitos descendentes.
 
Em 20 de julho de 1841 casou Russell em segundas núpcias com Lady Frances Anna-Maria Elliot-Murray-Kynynmound, filha de Gilbert Elliot, 2.º Conde de Minto. Seus filhos foram [[John Russell, Visconde Amberley]] (1842-1876), George Gilbert William Russell (1848-1933); Francis Albert Rollo Russell (1849-1914) e Maria Augusta Russell (1853-1933). Eles viveram em Pembroke Lodge, Richmond Park.
 
Após a morte em 1876 de seu filho mais velho, Lord Amberley, Russell e sua segunda esposa, posteriormente educaram os filhos de seu filho, incluindo [[Bertrand Russell]], que lembrou Russell em sua vida mais tarde, como "um velho homem bondoso em uma cadeira de rodas". Bertrand depois se tornou um matemático, filósofo, ativista contra as armas nucleares e o 3.º Conde Russell.
 
{{referências}}
 
==Ligações externas==
{{commonscat|John Russell, 1st Earl Russell}}
*[http://www.liberalhistory.org.uk/record.jsp?type=page&ID=105&liberalbiographies=liberalbiographies Lord John Russell 1792-1878] biography from the Liberal Democrat History Group
*[http://www.gutenberg.org/etext/27553 Lord John Russell] by Stuart J. Reid
*[http://www.number10.gov.uk/history-and-tour/prime-ministers-in-history/earl-russell More about Earl Russell] on the Downing Street website.
 
 
{{Começa caixa}}
{{Caixa de sucessão|
|título = [[Lista de primeiros-ministros do Reino Unido|Primeiro-ministro do Reino Unido]]<br />(1º mandato)
|anos = [[1846]] — [[1852]]
|antes = [[Robert Peel|Sir Robert Peel]]
|depois = [[Edward Smith-Stanley, 14.º Conde de Derby|Conde de Derby]]
}}
{{Caixa de sucessão|
|título = [[Lista de primeiros-ministros do Reino Unido|Primeiro-ministro do Reino Unido]]<br />(2º mandato)
|anos = [[1865]] — [[1866]]
|antes = [[Henry John Temple|Lorde Palmeston]]
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{{Termina caixa}}
 
{{Primeiro-ministro do Reino Unido}}
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{{DEFAULTSORT:Russell, John}}
[[Categoria:Naturais de Londres]]
 
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