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Sabe-se que os cristãos foram perseguidos tanto pelas autoridades judaicas, quanto pelo [[Império Romano]] que os via como praticantes de uma religião "não-autorizada", ilegal, razão pela qual os mesmos não tinham liberdade de culto, realizando suas reuniões nas casas e junto aos túmulos dos [[mártir]]es (catacumbas).
 
Entrementes, a fé no Filho de Deus já havia chegado à Acaia, hoje [[Grécia]], e à capital do império, [[Roma Antiga|Roma]]. Tal situação, com maior ou menor rigor, perdurou até o ano 313, quando o Imperador [[Constantino I|Constantino]], o Grande, pelo [[EditoÉdito de Milão]], concedeu liberdade religiosa a todos. O mesmo imperador Constantino fundou a cidade de [[Constantinopla]] (cidade de Constantino), onde antes existia o sítio de Bizâncio, na [[Ásia]], onde hoje está a cidade de [[Istambul]], na [[Turquia]], cidade para a qual transferiu a sede do império, razão pela qual passou-se a falar em [[Império Bizantino]], o [[Império Romano do Oriente]], sob franca influência da cultura helênica. Constantinopla foi chamada "a nova Roma".
 
Já então a administração da Igreja estava estruturada, tendo à frente os Bispos, Presbíteros (Padres) e Diáconos, como atestou [[Santo Inácio de Antioquia]] pelo ano [[107]]. A partir de então, com a liberdade e oficialização concedidas pelo Império, a Igreja passou a se fortalecer e definir liturgicamente, passando, ainda, a enviar missionários aos não-cristãos.