Diferenças entre edições de "Serpentina (carnaval)"

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[[File:João Goulart NYWTS.jpg|right|thumb|250px|O presidente [[João Goulart]] en Nova Iorque acolhido por milhares de serpentinas, no Ticker-tape parade em sua homenagem [[5 de abril]] [[1962]].]]
Não se sabe ao certo a origem da '''serpentina'''. As primeiras notícias sobre o uso dessa artefato carnavalesco vêm da Paris e informam que ela começou a ser usada em [[1893]], um ano depois do [[confete]].
 
Não se sabe ao certo a origem da '''serpentinaSerpentina'''. As primeiras notícias sobre o uso dessa artefato carnavalesco vêm da [[Paris]] e informam que ela começou a ser usada em [[1893]], um ano depois do [[confete]].
 
A bobina é agora um pequeno rolo de papel fino, geralmente coloridos, utilizados durante as festas, especialmente o carnaval [1].
Ela cai de repente ao ser jogada e forma um par com os confetes festivos.
 
Foi inventada em [[1892]] ([[1893]]) por um empregado do telégrafo, cujo nome é desconhecido e que trabalhou na agência dos Correios em Paris 47. Para fazê-la ele usou durante o [[Carnaval]] de Paris tiras de papel código (sinais, ao pé da letra) Morse. Foi, certamente, com bobinas inutilizáveis que iriam para o lixo.
 
A popularidade da serpentina foi extraordinária em Paris.
 
No início, sua fabricação para o Carnaval foi realizada utilizando uma máquina especial que, reaproveitando cartazes velhos que eram distribuidos, transformava-os em tiras de papel de uma polegada de largura por 5-20 metros de comprimento.
 
 
No Carnaval, parisienses jogavam serpentinas pela janela do topo dos edifícios e das árvores. Como testemunha desta prática, um jornalista parisiense escreveu sobre o carnaval em Paris de 1902 [2]:
As árvores nos bulevares, além disso, ficaram sob o efeito pitoresco de todas essas fitas coloridas enroladas nos ramos, flutuando na brisa. "
Na década de 1890, as autoridades parisienses proibiram o uso de rolos de serpentina durante o Carnaval. O pretexto dado foi que a sua remoção, realizada com ganchos de ferro, era onerosa demais e poderia danificar os botões e matar as árvores. De 1919 a 1921, 1923 a 1932 e, novamente, várias vezes depois, o uso da serpentina, como também o do confete, foi proibido em Paris.
 
 
A serpentina de corrente, que está à venda, é muito mais fina e menor do que as originais.
 
 
Em homenagem ao inventor da serpentina foram organizadas em 2000 exposições sobre o Carnaval de Paris Companhia Carnaval Parisienne "O fumo do Pantruche",
 
 
 
== Fontes ==
 
 
Biblioteca Histórica da Cidade de Paris, o Carnaval Hot News.
Coleções históricas da Prefeitura de Polícia, em Paris.
Coleção completa da revista ilustrada arquivo Roger Viollet, Paris.
 
 
== Notas ==
Esta é uma tradução livre e ainda incompleta do artigo sobre a serpentina em francês (Serpentin, fête).
 
1. Em italiano, il porte le nom de : "stelle filante", "étoiles filantes".
2. Artigo « L'enlèvement des confetti », Le Petit Journal, 13 février 1902.