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Os Franceses chegaram a [[Malta]] no dia 9 de Junho. No dia seguinte, grupos de desembarque chegaram a vários pontos da costa e convergiram em direcção a [[Valeta]]. A resistência foi apenas simbólica e o [[Grão-mestre]] pediu um cessar fogo. No dia 11 de Junho, Napoleão enviou dois negociadores. A acta de rendição foi assinada abordo do l'Orient, no dia 12 de Junho. As ilhas de Malta, [[Gozo (ilha)|Gozo]] e [[Comino]] foram anexadas à [[Primeira República Francesa|República Francesa]]. A maior parte dos cavaleiros tiveram três dias para abandonar os lugares que ocupavam mas cerca de 40 franceses com menos de 26 anos foram incorporados no Exército do Oriente. Ao Grão-mestre foram prometidas compensações financeiras e um principado na Alemanha. Napoleão ficou instalado no palácio do Grão-mestre em Valeta<ref>Solé, pp. 53 e 54.</ref>.<br />
 
Os Franceses mantiveram-se na ilha durante mais seis dias. Durante este tempo, Napoleão reorganizou a administração e a economia da ilha como uma dependência francesa. Partiu no dia 19 de Junho deixando em Malta uma guarnição de 4.000 homens sob o comando do General [[:en:Charles-Henri Belgrand de Vaubois]] mas levou consigo uma ''Legião Maltesa'' com cerca de 2.000 homens e várias centenas de antigos escravos muçulmanos para servirem de propaganda no Egipto. [...] A frota francesa partiu de Malta no dia 18 de Junho<ref>Marshall-Cornwall, p. 83; Solé, p. 55.</ref>.<br />
 
===A conquista do Egipto===