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O reino continuou a ser um foco de disputa entre França e Espanha nas décadas seguintes, mas os esforços franceses para ganhar o controle durou décadas, porém, o controle espanhol nunca foi verdadeiramente ameaçado. Os franceses finalmente abandonaram suas reivindicações sobre o Reino pelo Tratado de Cateau-Cambrésis em 1559. Com o [[Tratado de Londres (1557)]], o novo território de "Stato dei Presidi" (Estado dos Presídios) nasceu e foi governado diretamente por Espanha, como parte do Reino de Nápoles.
 
==O reino Bourbon eEspanholEspanhol de Nápoles e austríaco dos Habsburgo==
Após a [[Guerra da sucessão espanhola]] no [[século XVIII]], a posse do reino novamente mudou de mãos. Sob os termos do [[Tratado de Rastatt]] em 1714, Nápoles foi dado a [[Carlos VI, Sacro Imperador Romano-Germânico|Carlos VI]], [[Anexo:Lista de imperadores do Sacro Império Romano-Germânico|Sacro Imperador Romano]]. Ele também ganhou o controle da Sicília em 1720, mas o governo austríaco não durou muito tempo. Nápoles e Sicília foram conquistadas por um exército espanhol durante a [[Guerra de Sucessão da Polônia|guerra da sucessão polonesa]], em 1734, e [[Carlos III de Espanha|Carlos, Duque de Parma]], um jovem filho do Rei [[Filipe V de Espanha]] foi instalado como rei de Nápoles e da Sicília, de 1735. Quando Carlos herdou o trono espanhol a partir de seu meio-irmão mais velho, em 1759, ele deixou Nápoles e Sicília para seu filho mais novo, [[Fernando I das Duas Sicílias|Fernando IV]]. Apesar dos dois reinos, serem uma [[união pessoal]] sob as dinastias de austríacos e espanhóis, eles permaneceram constitucionalmente separados.