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Alterações

4 bytes removidos, 06h59min de 14 de junho de 2013
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Assim como com o lixo em geral, as causas da contaminação marinha são múltiplas e de abordagem difícil. Fundam-se em geral em hábitos e tradições arraigadas, mas mal orientadas, de disposição de dejetos, em carências de infraestrutura e tecnologia, no mau manejo dos recursos marinhos, em práticas predatórias, na falta de entendimento do público em geral a respeito dos resultados de suas ações, na falta de um amparo jurídico e policial efetivo para normatização e fiscalização, na escassez de recursos financeiros para implementar projetos e leis, e na própria vastidão do problema, que nasce em todos os níveis da sociedade e afeta todas as culturas e ecossistemas.<ref name="Jeftic"/>
 
A própria ciência ainda está mal preparada para abordar o desafio, pois os estudos já feitos são poucos diante da sua vastidão do caso, e em geral são limitados a aspectos locais. A grande maioria enfocou o lixo arremessado a praias, alguns analisaram a situação dos detritos em mar aberto, e uma pequena minoria se aprofundou no estudo do lixo no leito oceânico; muita pesquisa ainda precisa ser feita.<ref name="Jeftic"/>
 
O PNUMA recomenda, entre outras, as seguintes medidas para minimizar o impacto negativo do detrito marinho, enfatizando sempre que ele transcende fronteiras políticas e que a prevenção é mais efetiva e mais barata do que o combate a um problema já instalado:<ref name="Jeftic"/>