Diferenças entre edições de "Conciliarismo"

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O '''Conciliarismo''' ou '''Teoria conciliar''' é a [[doutrina]] que considera que o [[concílio ecumênico]] ou Universal como a autoridade suprema da [[Igreja]], trazendo-o (condicionalmente ou por principio) sobre o [[papado]].
 
Esta doutrina sustenta que um concílio ecumênico representa toda a Igreja, e obtemobtém o seu poder diretamente de [[Cristo]], para estas competências estão sujeitos, e tem que seguir todos os fiéis, membros da hierarquia, até mesmo o próprio [[Papa]]. Tratou-se de um movimento de reforma da [[Igreja Católica Romana]] no século XIV e XV, considerou que a autoridade final em questões espirituais residia com a Igreja Romana como corporação de cristãos, personificada por um concílio geral da igreja, e não com o papa.
 
O movimento surgiu em resposta ao [[papado de AvignonAvinhão]]{{carece de fontes|date=Junho de 2008}} — os [[papa]]s de [[Roma]] foram removidos e submetidos a pressões dos reis da [[França]] - e o subsequente [[Grande Cisma do Ocidente|cisma]] que inspirou a convocação do [[Concílio de Pisa]] ([[1409]]), o [[Concílio de Constança]] ([[1414]]-[[1417]]) e do [[Concílio de BasiléiaBasileia]] ([[1431]]-[[1449]]). O eventual vencedor do conflito foi a instituição do [[Papado]], confirmada pela condenação do conciliarismo no [[Concílio de Latrão|Quinto Concílio de Latrão]], [[1512]]-[[1517]]. O gesto final, porém, a doutrina da [[Infalibilidade Papal]], não foi promulgada até o [[Primeiro Concílio do Vaticano]] de [[1870]].
 
=={{Ver também}}==