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No período helenístico, quando a civilização grega espalhou-se através do [[Mediterrâneo]] e [[Oriente Próximo]], algumas obras, como a Vênus de Milo ([[150 a.C.]]), preservaram as antigas tradições. A Vitória de Samotrácia ([[200 a.C.]]) é grandiosa na percepção e cheia de vida. Um sentimento pleno de emoção e movimento aparece na batalha dos deuses e gigantes no grande [[Altar de Pérgamo]] ([[século III a.C.]]), hoje em [[Berlim]], e no grupo de Laocoonte, bem mais tardio, no [[Vaticano]].
 
A pintura do período helenístico é bem conhecida a partir dos túmulos do sul da [[Rússia]], [[Macedônia]] e [[Alexandria]], bem como através de cópias encontradas nos sítios arqueológicos de [[Herculano]] e [[PompéiaPompeia]]. Certos [[mosaico]]s, contudo, demonstram a grandiosidade da pintura do período. Um exemplo é o ''Mosaico de Alexandre'', descoberta em PompéiaPompeia, é baseada em uma pintura helenística.
 
A cultura helenística logo desenvolveu uma ''arte pela arte'', tornando-se mais decorativa e suntuosa. Os elementos religiosos passaram a segundo plano. Segundo [[Plínio]], a arte helenística estava em todos os lugares, de casas até sapatarias.
Ficheiro:Laocoön_and_His_Sons.jpg|[[Laocoonte]] e seus filhos, [[Museu do Vaticano]], [[Roma]].
Ficheiro:Wenuszmf.jpg|[[Vênus de Milo]] no [[Louvre]].
Ficheiro:BattleofIssus333BC-mosaic-detail1.jpg|''Mosaico de Alexandre'', [[PompéiaPompeia]].
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