Diferenças entre edições de "Morte e Vida Severina"

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O nome do livro é uma alusão ao sofrimento enfrentado pela personagem.
 
O livro apresenta um [[poema]] [[drama|dramático]], que relata a dura trajetória de um [[Migração|migrante]] [[Região Nordeste do Brasil|nordestino]] ([[retirante]]) em busca de uma vida mais fácil e favorável no [[litoral]].
 
==Adaptações==
Em 1965, Roberto Freire, diretor do teatro TUCA da PUC de São Paulo pediu ao então muito jovem Chico Buarque que musicasse a obra. Desde então sua presença no teatro brasileiro tem sido constante, tendo a peça se tornado um sucesso, inclusive recebendo premiação num festival universitário de [[Nancy]] na [[França]].
===Teatro===
 
Em 1965, Roberto Freire, diretor do teatro TUCA da PUC de São Paulo pediu ao então muito jovem [[Chico Buarque]] que musicasse a obra. Desde então sua presença no teatro brasileiro tem sido constante, tendo a peça se tornado um sucesso, inclusive recebendo premiação num festival universitário de [[Nancy]] na [[França]].
 
===Cinema e televisão===
A obra foi adaptada ao [[Morte e Vida Severina (filme)|cinema]] em 1977, por [[Zelito Viana]] com participação de, entre outros [[José Dumont]] no papel de Severino, [[Sebastião Vasconcelos]] como Mestre Carpina e [[Tânia Alves]].
 
A TV Globo produziu, em 1981, uma [[Morte e Vida Severina (TV)|versão]] especial em tele-teatro com José Dumont e [[Elba Ramalho]]
 
===Desenho Animado===
'''Morte e Vida Severina em Desenho Animado''' é uma versão audiovisual da obra prima de João Cabral de Melo Neto, adaptada para os quadrinhos pelo cartuinista Miguel Falcão. Preservando o texto original, a animação 3D dá vida e movimento aos personagens deste auto de natal pernambucano, publicado originalmente em 1956.
 
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