Diferenças entre edições de "João Duarte Dantas"

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'''João Duarte Dantas''' ([[MamanguapeTEIXEIRA - PB]], [[12 de junho]] de [[1888]] — [[Recife]], [[6 de outubro]] de [[1930]]) foi um [[advogado]] e [[jornalista]] brasileiro, Era filho de Franklin Dantas de Góis e Julia Duarte. <ref>[http://almanaque.folha.uol.com.br/dossietexto2.htm Dossiê João Dantas]</ref><ref>[http://www.triunfob.com/2010/07/80-anos-da-morte-de-joao-pessoa.html 80 anos da morte]</ref><ref>[http://www.academia.org.br/abl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=464&sid=224 Academia Brasileira de Letras fala sobre João Dantas]</ref>
 
Seu nome está ligado à [[História da Paraíba]], principalmente porque foi o autor dos disparos fatais que vitimaram o então presidente do estado da Paraíba, [[João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque]].<ref>{{citar web|url=jblog.com.br/hojenahistoria.php?itemid=9360%22|título=1930 - Assassinado João Pessoa|autor=Lucyanne Mano|data=26 de julho de 2008|publicado=Hoje na HIstória-Jornal do Brasil|acessodata=16 de fevereiro de 2013}}</ref> João Pessoa era candidato a vice-presidente do Brasil na chapa encabeçada por [[Getúlio Vargas]], contra o grupo paulista de [[Júlio Prestes]]. A morte é considerada o [[estopim]] da [[Revolução de 1930]], quando Getúlio ascendeu ao poder, após um levante popular contra uma suposta fraude nas eleições. Os disparos que vitimaram [[João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque|João Pessoa]] nao tinham motivos políticos, e sim, em sua maior parte pessoais, uma vez que [[João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque|João Pessoa]], como chefe da [[Polícia]] ordenou a invasão do escritório de João Dantas, publicando suas cartas íntimas.
A intriga fez que amigos de João Dantas o convencessem a se mudar para [[Olinda]]. Por ocasião de uma visita do presidente [[João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque|João Pessoa]] ao [[Recife]], amplamente noticiada, com o objetivo de receber uma [[homenagem]], João Dantas foi à Confeitaria Glória, na [[Rua Nova]], onde disparou contra Pessoa. Dantas atirou duas vezes no presidente paraibano ferindo mortalmente. Fato este que foi usado pelos revolucionários sulistas a emplacarem a revolução iminente contra o presidente [[Washington Luis]], que culminou levando ao poder [[Getúlio Vargas]].
 
Dantas foi detido com seu cunhado Augusto Monteiro de Caldas, que era inocente, na [[Casa de Detenção do Recife]], onde foram chacinados por oito homens que participavam da revolução em [[6 de outubro]] de [[1930]], no início da [[Revolução de 1930]]. A versão oficial indicou [[suicídio]]. Também [[Anaíde Beiriz]] morreria dias depois, no Recife, por envenenamento, aos 25 anos, provavelmente por iniciativa própria. Outras mortes se seguiram ao episódio, como a do então deputado federal, ex-presidente do estado, [[João Suassuna]], pai do escritor [[Ariano Suassuna]], que foi assassinado, no [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro]], por [[Miguel Laves de Sousa]].
 
A história já inspirou filmes, livros e peças teatrais. Até hoje, desperta muita polêmica quanto aos detalhes e interesses subjacentes às ações de ambas as partes.
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