Diferenças entre edições de "Devir"

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===Platão===
Platão tinha interesse em construir sua teoria sobre o "devir" de modo a não anular as perspectivas de imutabilidade do ser, tudo se passa como se o filósofo tivesse que conhecer duas posições extremas para poder ultrapassá-las: a de Heráclito para quem tudo o que existe é conduzido pelo fluxo do devir; e a posição antagonica de Parmênides para quem o ser não comporta nem o nascimento nem a morte, o devir só pode ser uma ilusão, o ser é imutável ou não é o ser.<ref name="Marcondes1993">Hilton Japiassú, Danilo Marcondes. ''[http://books.google.com/books?id=2K0bP_T6F_oC&pg=PA72 Dicionário básico de filosofia]''. Zahar; 1993. ISBN 978-85-378-0341-7. p. 72.</ref> Para ele, o ser na dimensão do "tornar-se" implica a causa específica da inteligência produtora e tudo o que ela postula, o "ser que é sempre" não está sujeito à geração e ao devir, porque permanece sempre nas mesmas condições; ele é captado pela inteligência por meio do [[raciocínio]], o devir que continuamente se engendra não é nunca um verdadeiro ser justamente porque está em contínua mudança, ele é objeto de opinião, ou sekaseja, é captado mediante a percepção sendorial, distinta da [[razão]].<ref name="Giovanni">REALE, Giovanni. ''[http://books.google.com/books?id=BvRhFZdaqPMC&pg=PA131 História da filosofia grega e romana - Platão]''. LOYOLA; ISBN 978-85-15-03304-1. p. 131.</ref>
 
===Aristóteles===
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