Diferenças entre edições de "Petronas, o Patrício"

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Sob a regência de Teodora e o [[Logóteta]] Theoktistos, Petronas foi marginalizado junto com seu irmão Bardas.<ref name="ODB"/> Quando o imperador Miguel III atingiu a maioridade em 855, começou a ressentir-se do domínio de sua mãe e de Theoktistos, bem como o comportamento arrogante deste último.<ref name="Jenkins160">{{harvnb|Jenkins|1987|p=160}}.</ref> No final de 855, apoiado por seus tios Bardas e Petronas, o Imperador Michael prendeu e executou Theoktistos, enquanto Petronas confinava a imperatriz bizantina e suas filhas em um [[mosteiro]].<ref name="Winkelmann564"/><ref>Treadgold, Warren (1997). A History of the Byzantine State and Society. California: Stanford University Press. Página 450. ISBN 0-8047-2630-2</ref>
 
Bardas foi elevado à categoria de [[César (título) |César]] e se tornou o efetivo governador do Império Bizantino. Nesta posição, ele mostrou uma notável energia e habilidade, e entre as suas decisões mais importantes de suas políticas foié a postura mais agressiva contra os [[árabes]] no Oriente.<ref>{{harvnb|Jenkins|1987|pp=160–161}}</ref>
 
Consequentemente, Petronas foi nomeado [[estratego]] do poderoso [[Thema Tracesiano]]. Em 856, durante sua primeira campanha contra os [[Paulicianismo|seguidores de Paulo]] de [[Divriğ|Tefrique]], ele saqueou o Emiradoemirado de [[Malatya|Melitene]] e as terras Paulicianasdos seguidores de Paulo de [[Samósata]] e Amida na [[Mesopotâmia Superior]].<ref name="ODB"/><ref name="Treadgold">{{harvnb|Treadgold|1997|pp=450–451}}</ref> Depois de ter penetrado mais fundo no território árabe do que qualquer comandante bizantino desde as [[expansão islâmica |conquistas muçulmanas]], ele voltou vitorioso com muitos cativosprisioneiros.<ref name="Treadgold"/>
 
Em 863, um outro exército árabe, lideradaliderado pelo emir de Melitene, Umar al-Aqta (r. 830s-863), penetrou profundamente em território bizantino, chegando até [[Samsun|Amisos]] na costa do [[Mar Negro]]. Petronas foi colocado no comando de todas asdas tropas bizantinas para enfrentar a invasão, e através de um brilhante esforço de coordenação, as três distintas forças conseguiram convergir até o exército árabe, cercá-lo, e destruí-lo na [[Batalha de Lalacão]] em 3 de Setembro de 863.<ref>{{harvnb|Jenkins|1987|p=162}}</ref> Petronas trouxelevou a cabeça de seu inimigo derrotado para [[Constantinopla]], onde ele foi homenageado por seu sobrinho com uma [[Triunfo romano|entrada triunfal]] por seu sobrinho. Logo depois, ele foi elevado à categoria de [[Magister officiorum|magistros]] e à posição de comandante-em-chefe do exército.<ref name="ODB"/>
 
Os bizantinos agiram rapidamente para tirar proveito de sua vitória: um exército bizantino invadiu a [[Armênia]] que estava sob controle árabe, e em outubro-novembro, derrotou e matou o emir [[Ali ibn Yahya]].<ref name="EHW3">{{harvnb|Kiapidou|2003}}, [http://asiaminor.ehw.gr/Forms/fLemmaBodyExtended.aspx?lemmaid=7927&boithimata_State=&kefalaia_State=#chapter_3 Chapter 3].</ref><ref name="Whittow311">{{harvnb|Whittow|1996|p=311}}.</ref>
 
Com esta vitória, Petronas e Bardas foram capazes de proteger suas fronteiras orientais, fortalecendo o EstadoImpério Bizantino, e preparando o terreno para as conquistas do século X. Os cronistas bizantinos acrescentam que o general vitorioso não sobreviveu por muito tempo após a batalha de Lalakaon. Uma [[hagiografia]], escrita por um contemporâneo, afirma que Petronas morreu dois anos e dois meses após vencer os exércitos árabes. Ele foi sepultado no Mosteiromosteiro Gastria, onde seu sarcófagotúmulo foiestá colocadalocalizado em frente a de sua irmã, a imperatriz Teodora, e das suas sobrinhas.<ref name="Winkelmann564"/>
{{referências}}