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Nos [[década de 1960|anos 60]] e [[Década de 1970|70]], os filmes passaram a se tornar mais violentos, com os policiais se envolvendo pessoalmente nos casos que investigavam, seguindo o modelo de ''[[Bullitt]]'', com [[Steve McQueen]]; e as duas partes de ''[[The French Connection]]'' (br: ''Operação França''), com [[Gene Hackman]]. Nesses filmes são famosas as fantásticas cenas de perseguição envolvendo carros. ''[[Chinatown (filme)|Chinatown]]'', com [[Jack Nicholson]] e dirigido por [[Roman Polanski]], que conta uma trama cujo protagonista é um típico detetive dos anos 40/50 e que se envolve com uma "loura fatal", seria mais um grande sucesso dessa época.
 
A partir dos anos 70 os filmes passaram a abordar com mais frequência as atividades da [[máfia]], principalmente depois do clássico dodiretordo diretor [[Francis Ford Coppola]], que realizou os clássicos ''[[The Godfather]]'' (br: ''O Poderoso Chefão'') e ''[[The Godfather: Part II]]'' (br: ''O Poderoso Chefão: Parte II''). [[Robert De Niro]] e [[Al Pacino]] se tornaram astros do gênero. Pacino faria dois filmes baseados em histórias policiais reais: ''[[Dog Day Afternoon]]'' (br: ''Um Dia de Cão''), sobre uma dupla de bandidos homossexuais; e ''[[Serpico]]'', um policial que denunciou a corrupção de seus companheiros. De Niro interpretaria o próprio Al Capone no filme de [[Brian de Palma]] ''[[The Untouchables]]'' (br: ''Os Intocáveis'') e o máfioso Jimmy Burke no clássico de [[Martin Scorsese]] ''[[Goodfellas]]'' (br: ''Os Bons Companheiros'').
 
No Brasil tivemos em [[1977]] ''[[Lúcio Flávio, o passageiro da agonia]]'', também baseado na vida de um criminoso real. [[Reginaldo Faria]] era o protagonista, que também já tinha feito sucesso nesse gênero com o ótimo filme ''[[Assalto ao trem pagador]]'', nos anos 60. Outro grande sucesso brasileiro de filmes policiais foi ''[[Pixote, a lei do mais fraco]]'' do mesmo diretor de ''[[Lúcio Flávio]]'', [[Héctor Babenco]].
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