Pagão da Bulgária: diferenças entre revisões

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|cidadenatal=
|morte ={{morte|||768}}
|cidademorte =perto de [[Varna (Bulgária)|Varna]] (na moderna [[Bulgária]])
|sepultamento=
}}
Pagão foi identificado como sendo membro da facção da nobreza búlgara que buscava estabelecer uma relação pacífica com o [[Império Bizantino]]. Depois de ascender ao trono depois do assassinato de seu predecessor, [[Toktu]], ele foi com toda a sua corte negociar com o [[imperador bizantino]] [[Constantino V Coprônimo]] em algum lugar da [[Trácia bizantina]]. No calor das conversas, o imperador se mostrou disposto a manter a paz na Bulgária, repreendeu os búlgaros pela anarquia que estavam vivendo (Pagão era o sétimo cã em 15 anos) e por eles terem deposto o antigo cã [[Sabino da Bulgária|Sabino]], que ainda vivia refugiado em [[Constantinopla]]. A paz foi firmada e Pagão retornou para casa.
 
Neste ponto, Constantino V subitamente traiu sua palavra, invadiu a Bulgária e conseguiu atravessar rapidamente os perigosos [[passo de montanha|passos de montanha]] para invadir o coração do estado búlgaro, ateando fogo a diversos assentamentos próximos à capital, [[Pliska]]. Constantino V resolveu prosseguiu em sua campanha e voltou pra casa, mas, mesmo assim, Pagão teve que enfrentar a fúria de seus súditos, que o acusaram de credulidade e inabilidade. O monarca fugiu para [[Varna (Bulgária)|Varna]], mas foi assassinado por seus próprios servos.
 
A compilação do século XVII dos [[Bulgária do Volga|búlgaros do Volga]], ''[[Ja'far Tarikh]]'', uma obra cuja autenticidade é disputada, apresenta Boyan (Pagão) como sendo filho do antigo cã Bunek ([[Vinekh]]) e atribui a ele a expulsão de Sain (Sabino).
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