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Estava formada uma enorme confusão no seio da Igreja. Com tais acontecimentos, o primeiro Concílio, em [[Perpignan]] (anunciado por Bento XIII) começou de fato, com a presença de 120 prelados e diversos soberanos que estavam tomando partido de um ou de outro. O rei Roberto do Palatinado Renano apoiava Gregório, porque via no [[Concílio de Pisa]] a influência poderosa do [[Anexo:Lista de monarcas da França|Rei da França]]. [[Ladislau I de Nápoles|Ladislau I de Nápoles]], como titular de "defensor da [[Igreja de Roma]]", também se apoderou da cidade deixada pelo Papa e anunciou ser contra o Concílio desejado pelo rei francês.
 
Nesse clima de tamanha confusão iniciou-se o [[Concílio de Pisa]] em 25 de março de [[1409]], com a presença de 10 cardeais fiéis a Bento XIII, 14 cardeais fiéis a Gregório XII, 4 patriarcas, 80 bispos, 27 abades e diversos doutores de [[Teologia]] e [[Direito Canónico]], além de vários prelados que abandonaram Perpignan. Como presidente do Concílio foi nomeado o cardeal de [[Poitiers]], [[Guy de MaillesecMalesec]].
 
No primeiro dia foram chamados os dois Papas, esperados até o dia 30 de março e como não se apresentaram, foram declarados ausentes. Gregório XII foi defendido pelo rei alemão Roberto do Palatinado Renano, declarando ser ilegítimo um Concílio não anunciado pelo Papa e que qualquer ação em matéria de renuncia do [[Papa]] seria portanto ilegal. Ignorado, o Concílio se declarou ecuménico e reuniu definitivamente os presentes que recusaram a obediência tanto a Gregório como a Bento.