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== História ==
{{Artigo principal|Iconoclasma}}
Apesar de os ensinamentos sobre os ícones definidos no [[Sétimo Concílio Ecumênico]] de 787 d.C., os [[iconoclastas]] começaram a causar problemas para igreja novamente. Após a morte do último [[imperador bizantino]] iconoclásta [[Teófilo (imperador)|Teófilo]], seu filho menor [[{{Lknb|Miguel |III]], o Ébrio}} e sua mãe [[Teodora (esposa de Teófilo)|Teodora]], juntamente com o [[patriarca de Constantinopla]] [[Metódio I de Constantinopla|Metódio I]], convocaram um [[concílio de Constantinopla (842)|sínodo em Constantinopla]] em 842 para trazer novamente a paz para a Igreja. Ao final da primeira sessão, todos fizeram uma [[procissão]] triunfal da [[Igreja de Santa Maria de Blaquerna]] até [[Hagia Sofia]], restaurando os ícones às igrejas. Este evento ocorreu em 19 de fevereiro de 842 (que naquele ano era o primeiro domingo da Grande Quaresma), batizando o dia como "o Domingo da Ortodoxia" ({{politônico|ἡ Κυριακὴ τῆς Ὀρθοδοξίας}}).<ref>{{citar livro | editor =Henry R. Percival | título =Nicene and Post-Nicene Fathers, 2nd Series | place=Peabody, MA | editora =Hendrickson Publishers, Inc. | ano =1994| página =576 | volume =14: The Seven Ecumenical Councils | isbn =1-56563-130-7 | postscript =<!--None-->}}</ref>
 
O nome "Ortodoxia" gradualmente afetou o caráter da festa. Originalmente ela comemorava apenas a derrota do iconoclasma, mas foi se tornando gradualmente uma celebração mais ampla da oposição contra a [[heterodoxia]]. Neste sentido, ainda que a celebração original não tenha sido esquecida, a festa se tornou uma em honra da verdadeira fé em geral, como demonstrado pelo seu serviço litúrgico especial.