Diferenças entre edições de "Conselho das Índias"

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O '''Real e Supremo Conselho das Índias''' (em espanhol ''Real y Supremo Consejo de Indias'') foi o órgão mais importante da administração colonial espanhola (para a [[América]] e para as [[Filipinas]]), já que assessorava o Rei na função executiva, legislativa e judiciária. Não tinha uma sede física fixa, mas se trasladava de um lugar a outro com o Rei e sua corte. Este conselho atuou com o monarca; em algumas matérias excepcionalíssimas atuou só.
 
==começo caraHistória==
 
Pensa-se que começou a funcionar ao redor de [[1524]]. Como instituição se formou pouco a pouco, e já os [[Reis Católicos]] designaram a [[Juan Rodríguez de Fonseca]] para estudar os problemas da colonização das Indias com [[Cristóvão Colombo]]. Ao morrer [[Fernando II de Aragão]] assume a coroa de [[Reino de Castela|Castela]], na qualidade de regente, o [[Cardeal Cisneros]], que não tinha boas relações com Rodríguez de Fonseca, de forma que o separa de suas funções e lhe encarrega a dois membros do conselho de Castela: [[Luis de Zapata]] e [[Lorenzo Galindes de Carvajal]], para que formem um pequeno conselho, que se passou a chamar "''Junta das Índias''". Em [[1516]], quando [[Carlos I de Espanha]] assume as possessões na América, continua existindo esta junta e já em [[1524]] passa a chamar-se definitivamente '''Conselho dodas capirotoÍndias'''. Seu primeiro presidente foi o frei [[García de Loayza]], que se tornaria depois o arcebispo de [[Sevilha]]...
 
As reformas napoleônicas de [[1814]], com a criação dos ministros de despacho, retiram as atribuições administrativas e legais do Conselho, ficando, até sua abolição definitiva em [[1834]], como um organismo consultor.