Diferenças entre edições de "O Bandido da Luz Vermelha"

30 bytes removidos ,  20h31min de 21 de outubro de 2013
m
Reversão de uma ou mais edições de 186.232.192.202 para a versão 36456387 de CommonsDelinker, (com Reversão e avisos).
m (Reversão de uma ou mais edições de 186.232.192.202 para a versão 36456387 de CommonsDelinker, (com Reversão e avisos).)
 
== Sinopse ==
 
Jorge, um assaltante de residências de [[São Paulo (cidade)|São Paulo]], apelidado pela [[imprensa]] de "Bandido da Luz Vermelha", desconcerta a polícia ao utilizar técnicas peculiares de ação. Sempre auxiliado por uma lanterna vermelha, ele possui as vítimas, tem longos diálogos com elas e protagoniza fugas ousadas para depois gastar o fruto do roubo de maneira extravagante.
 
 
== Elenco ==
 
* [[Paulo Villaça]].... Jorge, o bandido da luz vermelha
* [[Helena Ignez]].... Janete Jane
* [[Sônia Braga]].... vítima
* [[Ítala Nandi]]
* [[Hélio Aguiar]].... narrador
* [[Mara Duval]].... narradora
* [[Pagano Sobrinho]].... J.B. da Silva
* [[Roberto Luna]].... Lucho Gatica
 
== O roteiro ==
 
O [[roteiro]], de autoria do próprio diretor, é livremente baseado na história de João Acácio Pereira da Costa, bandido [[Santa Catarina|catarinense]] que, em [[1967]], atormentou a polícia paulista.
 
 
=== Os créditos iniciais ===
 
Como a maioria dos filmes, ''O bandido da luz vermelha'' inicia com os créditos que indicam a produtora, o título, o diretor, os atores principais, entre outros. Os dados são fornecidos por um luminoso que faz desfilar as palavras diante da câmera. Ao apresentar o diretor, ao invés de "um filme de…" ou "dirigido por…" aparece "um filme de cinema de…".
 
 
=== A locução radiofônica ===
 
Os atores que interpretam os locutores de rádio receberam instruções de Rogério e de Silvio Renoldi, responsável pela [[montagem]] do filme, para "carregar no tom debochado" de narração policial sensacionalista. Os locutores de rádio acompanham o filme e são ouvidos pelos espectadores, mas não pelos personagens. Eles falam como [[jogral|jograis]], numa paródia de programa policial popular de rádio, com as informações dramatizadas pela ênfase das entonações.
 
=== Outros personagens do filme ===
[[Luis Linhares]] interpreta o "delegado Cabeção", ocupado com a morte e sobrevivendo dela. Sua trilha é paralela à do bandido. Acabam morrendo juntos, abraçados, e não há nisso qualquer ligação homossexual. O diretor não deixa por menos, presta-lhes uma homenagem, um coro fúnebre: o [[samba]] e o [[sangue]].
 
[[Pagano Sobrinho]], que interpreta "J.B. da Silva", é o [[político]] [[Corrupção|corrupto]]. Considerado oficialmente o cabeça da "Mão Negra", nada mais faz senão atender às exigências de tão alto encargo. Seu afilhado "Lucho Gatica", vivido por [[Roberto Luna]], é um misto de brigão bem comportado e puxa-saco desabusado. A insinuante presença de [[Martin Bormann]], o [[carrasco]] [[Nazismo|nazista]] que estaria vivendo na [[América Latina]], evidencia os anseios da organização "Mão Negra".
[[Luis Linhares]] interpreta o "delegado Cabeção", ocupado com a morte e sobrevivendo dela. Sua trilha é paralela à do bandido. Acabam morrendo juntos, abraçados, e não há nisso qualquer ligação homossexual. O diretor não deixa por menos, presta-lhes uma homenagem, um coro fúnebre: o [[samba]] e o [[sangue]].
 
[[Pagano Sobrinho]], que interpreta "J.B. da Silva", é o [[político]] [[Corrupção|corrupto]]. Considerado oficialmente o cabeça da "Mão Negra", nada mais faz senão atender às exigências de tão alto encargo. Seu afilhado "Lucho Gatica", vivido por [[Roberto Luna]], é um misto de brigão bem comportado e puxa-saco desabusado. A insinuante presença de [[Martin Bormann]], o [[carrasco]] [[Nazismo|nazista]] que estaria vivendo na [[América Latina]], evidencia os anseios da organização "Mão Negra".
 
Não faltam ainda o "melhor advogado do Brasil", um guarda-costas e "Chico Laço", o conhecido repórter de [[Itapecerica da Serra]].
 
=== O suicídio ===
 
Antes de chegar ao local no qual vai se matar, o bandido finge ter sido atingido por uma bala policial, levando a mão ao ombro pretensamente ferido e cambaleando às gargalhadas. Assim, ironiza a incompetência da polícia, que não conseguiu prendê-lo, nem conseguirá. Depois, um pouco adiante, envolve a cabeça e o torso com fios elétricos e, pisando numa grande chave elétrica (que inesperadamente encontra-se funcionando num monte de lixo na favela), morre eletrocutado.
 
 
== Prêmios e indicações ==
 
'''[[Festival de Brasília]]''' 1968 (Brasil)
* Venceu nas categorias de melhor figurino, melhor diretor, melhor montagem e melhor filme.
 
== Ver também ==
 
* [[Anexo:Lista de filmes brasileiros|Lista de filmes brasileiros]]
 
 
== Ligações externas ==
 
* {{Link||2=http://www.adorocinemabrasileiro.com.br/filmes/bandido-da-luz-vermelha/bandido-da-luz-vermelha-poster01.jpg |3=Cartaz do filme ''O bandido da luz vermelha''}}
* {{Link||2=http://www.punkbrega.com.br/o-bandido-da-luz-vermelha-rogerio-sganzerla-1969/ |3=Trailer e resenha do filme "O Bandido da Luz Vermelha"}}
672 084

edições