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Estima-se que o corpo humano adulto produza o próprio peso em ATP a cada 24 horas, porém consumindo outros tantos no mesmo período<ref>{{Cite journal |author=Törnroth-Horsefield S, Neutze R |title=Opening and closing the metabolite gate |journal=Proc. Natl. Acad. Sci. U.S.A. |volume=105 |issue=50 |pages=19565–6 |year=2008 |month=December |pmid=19073922 |doi=10.1073/pnas.0810654106 |url=http://www.pnas.org/cgi/pmidlookup?view=long&pmid=19073922 |pmc=2604989}}</ref>. Se a energia gerada na queima da glicose não fosse armazenada em moléculas de ATP, provavelmente as células seriam rapidamente destruídas pelo [[calor]] gerado.
 
== Liberação de energeticaenergia ==
 
Deve-se levar em conta que a quebra do ATP não é simplesmente um rompimento de ligações químicas. Sabe-se que a destruição de ligações químicas é um processo [[endotérmico]], e isso seria uma contradição. Na verdade, a transformação da ATP em ADP + P é uma [[hidrólise]], ou seja, a água é um dos reagentes desse processo. A formação de ligações covalentes no final da transformação libera mais energia do que a absorção na quebra das ligações presentes entre os átomos das moléculas de ATP e água. Dessa forma, a reação global acaba se tornando [[exotérmica]].
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