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Na sequência da [[revolução industrial|industrialização]] em Portugal, na passagem do [[século XIX]] para o [[século XX|XX]], as quatro freguesias que constituem o [[Centro Histórico do Porto]] atingem a sua máxima ocupação, em consequência da [[migração]] de populações do campo para a cidade. Ao mesmo tempo, com a saída das famílias [[burguesia|burguesas]] para zonas mais próximas das novas vias de comunicação (como por exemplo, a do [[porto de Leixões]] e a da Circunvalação), assiste-se a uma crescente [[pobreza|pauperização]] do núcleo histórico, pelo aluguer de quartos das antigas casas de família ao [[proletariado]] nas novas [[fábrica]]s, e pela construção de imóveis de habitação estreitos, com até cinco pavimentos, para atender a esse mercado. Ao longo das décadas, esses fatores levaram a uma crescente degradação [[urbanismo|urbanística]] e a um acentuado declínio da [[qualidade de vida]] na região, nomeadamente nas [[década de 1960|décadas de 1960]] e de [[década de 1970|1970]].<ref>Com perda de população, de acordo com a comparação de dados com o Censo de [[2001]].</ref>
O milionário arménio Calouste Gulbenkian,colaborou generosamente para o restauro da Igreja paroquial,in memoriam do seu povo,que no passado aqui se refugiou e estabeleceu.
 
Após a [[Revolução dos Cravos]] em [[1974]], voltaram a cena as preocupações políticas com a revitalização urbana e também social da zona histórica, nomeadamente com a criação do "Comissariado para a Recuperação Urbana da área da Ribeira-Barredo" (CRUARB), que chegou mesmo a tornar-se num projecto municipal de intervenção, recentemente extinto.
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