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Em 1226, seu irmão [[Luís IX da França]], apelidado "o santo", concedeu-lhe o [[condado de Anjou]].
 
Carlos casou-se com a condessa [[Beatriz, Condessa da Provença]] (? - [[1267]]) que havia herdado [[Provença]], [[Forcalquier]] e [[Nice]].
 
Em segundas núpcias casou-se em 1267 com [[Margarida da Borgonha]] que lhe deu a administração do condado de Tonnerre e os senhorios de Montmirail, Alluyés, Torigny e Brugny.
 
Carlos não foi bem recebido em Provença, e em [[1246]] teve que submeter-se aos senhores e às vilas, especialmente aos senhores de Baux, Castellane e aos dos condados de Forcalquier que contavam com o apoio da sogra de Carlos, [[Beatriz de Saboia]]. [[Gênova]] aproveitou as revoltas para ocupar [[Menton]].
 
Em [[1248]], partiu para as [[cruzadas]] acompanhando a seu irmão Luís. Foi feito prisioneiro na [[batalha de Mansurah]]. Esteve preso no [[Egito]] até o ano [[1250]].
 
Em [[1251]], as cidades de Provença formaram uma liga para tornar-se autônomas, mas Carlos as submeteu em [[1252]]. Nesse mesmo ano morriamorreu Branca de Castela, Bee Carlos retornou aà [[França]] para assumir a regência junto de seu irmão [[Afonso III de Poitiers|Afonso de Poitiers]]. Na luta contra [[João de Avesnes]] em favor de [[Margarida III, Condessa da Flandres|Margarida de Flandres]] recebeu a investidura do condado de [[Hainaut]] e a regência de [[Flandres]]. Deixou estes cargos ao regressar o rei Luís IX.
 
Em [[1256]], Beatriz de Saboia renunciou ao condado de Forcalquier. Mais tarde obteve os condados de [[Venaissin]], [[Gap (costeraa)|Gap]] e [[Embrun]]. Em [[1257]], [[Marselha]] recebeu a carta municipal. O viscondado de Hieres (a metade do viscondado de Marselha) foi anexado em [[15 de outubro]] tal como já o havia sido a outra metade, assim como a vila de Marselha. Em [[1258]], o conde de [[Ventimiglia]] teve que ceder algumas posses que permitiam o acesso ao [[Passo de Tenda]] e à Itália[[península Itálica]].
 
== Rei da Sicília ==
Em [[1259]], Carlos entrou na [[Península Itálica|Itália]] e ocupou [[Coni]], [[Alba (Itália)|Alba]], o [[Valle de la Maira]] e o [[Valle de Stura]] e foi proclamado senhor de [[Cuneo]] e de [[Borgo San Dalmazzo]]. Os marqueses de [[Saluzzo]], [[Ceva]] e [[Cravansana]] declararam-se vassalos. Em [[1260]], foi proclamado senhor de [[Mondovi]] e [[Sogliano]]. Dois anos mais tarde submeteu as cidades de [[Avinhão]], [[Arles]] e [[Marselha]] que se haviam rebelado. FoiO nomeadopapa peloo Papanomeou senador em [[Roma]] e protetor de [[Florença]]. e permaneceuPermaneceu como chefe do partido [[Guelfos e Gibelinos|guelfo]] (partidário do Papapapa) contra os gibelinos (partidários do Imperador[[Anexo:Lista de imperadores do Sacro Império Romano-Germânico|imperador]]). O Papapapa na época era [[Clemente IV]], que estava contra os gibelinos [[Hohenstaufen]], imperadores e reis da [[Reino da Sicília|Sicília]] (e [[Reino de Nápoles)|Nápoles]].
 
Em [[1264]], Carlos entrou em [[TurínTurim]], onde éfoi proclamado senhor. Em [[26 de fevereiro]] de [[1265]], o Papapapa concedeu-lhe concedeu o [[reinoReino da Sicília]]. Carlos passou à ação e, com um exército de provençalenses[[Provença|provençal]] e a ajuda de [[Bucardo V de Vendôme]], do conde de Soissons, de [[Guido de Montfort]] e outros nobres, dirigiu-se à Itália, partindo de Marselha em [[10 de maio]] de 1265; atacou aoo senhor de [[Cremona]], [[Parma]], [[Piacenza]] e [[Bréscia]] e que derrotou, deixando-lhe unicamente a região de Gisalecchio.
 
Depois venceude vencer aoo chefe dos gibelinos de Cremona, [[Buoso Doara]], que fugiu, ocupando Carlosocupou a cidade; foiFoi reconhecido senhor em Parto, [[Pistoia]] e [[Luca]], assim como em [[Ancona]], [[Rímini]], [[Módena]], [[Mantua]], [[Ferrara]], [[Milão]] e Brescia. Em [[21 de junho]] de 1265, chegou a Roma, onde recebeu as insígnias de seu cargo de senador em 21 de junho de [[1276]], sendo coroado rei da Sicília em [[ 25 de junho]].
 
Em [[20 de janeiro]] de [[1266]], partiu de Roma em direção à Nápoles. Acampou em Mignano em [[16 de fevereiro]]. [[Manfredo da Sicília]] saiu de [[Capua]] e situou-se ao nordeste de [[Benevento]], no chamado "Campo das rosas". Os sicilianos entraram em Fandi (domínio papal) apesar de que o combate decisivo teve lugar no Campo das Rosas em 26 de fevereiro. Carlos derrotou Manfredo, o qual morreu na batalha. Seus seguidores reconheceram Carlos, que entrou em Capua. Incluso [[Kérkyra|Corfú]] reconheceu ao novo rei, Carlos I da Sicília. No entanto, [[Pedro III de Aragão|Pedro]], herdeiro da [[Coroa de Aragão|Catalunha e Aragão]], reclamou o reino como marido que era de Constança, filha de Manfredo.
 
Mas os gibelinos italianos chamaram ao duque de [[Suábia]], [[Conradino da Germânia|Conradino de Hohenstaufen]], com somente 16 anos, filho do antigo rei da Sicília ([[Conrado IV]]), que reuniu um exército. Foi aclamado em [[Verona]], [[Pavia]] e [[Pisa]] e uniram-se a ele numerosos nobres sicilianos. Incluso o rei [[Afonso X de Castela]], que aspirava ao império, enviou tropas sob o comando de seu irmão, Henrique, conhecido na Itália como "Dom Arrigo". Conradino entrou em Roma, onde Henrique declarou-se senador.
 
== As lutas pelo reino ==
Em [[27 de maio]] de [[1266]], Carlos firmou um acordo com [[Guilherme II de Acaia]] e [[Balduíno II de Constantinopla|Balduíno II]], imperador latino: Guilherme renunciava a seus direitos em Acaia e Balduíno ao Império Latino em favor de Carlos. Guilherme concordou nomear herdeira a sua filha Isabel de Villehardouin e que esta se casaria com Felipe, filho de Carlos, com direitos de regência para este (os dois filhos eram menores de idade). Também firmou-se o casamento de Maria da Hungria com seu filho Carlos de Anjou, conhecido como "o Coxo", e que sua filha Isabel casar-se-ia com [[Vladislau IV de Hungria]].
 
Em [[1268]], muitos nobres sicilianos levantaram-se contra Conradino. Este saiu de Roma em [[1 de agosto]] e derrotou Carlos em Ponte de Valla enquanto sua frota derrotava à de Carlos em [[Milazzo]], na costa siciliana. Mas no combate decisivo de Surcola, às margens do rio Salto, libertado em [[23 de agosto]] de 1268, Carlos saiu vitorioso e Conradino foi feito prisioneiro juntamente com [[Frederico de Baden]], um de seus aliados. Ambos os prisioneiros foram executados em [[29 de outubro]]. Antes de morrer, Conradino cedeu seus direitos a sua prima Constança, esposa de Pedro de Aragão. Carlos foi à Roma e ocupou também Durazzo e [[Albânia]]. Nápoles foi declarada capital do reino da Sicília, em substituição de [[Palermo]], e mandou executar aosos nobres sicilianos que o haviam traído.
 
Em [[1270]], partiu em uma nova cruzada com Luís IX da França a [[Túnez]]. O rei Luís morreu de [[Peste negra|peste]] antes que chegasse Carlos, que negociou com o emir tunisiano a retirada. Em [[1271]], como dominador de Dirráquio, foi reconhecido como rei da Albânia pelos senhores locais após a morte de [[Miguel II da Albânia|Miguel II]]. Miguel, no entanto, havia repartido seus domínios entre seus dois filhos; Andrônico Nicéforo ([[Épiro]]) e João (norte de [[Tessália]]), desta forma Carlos não foi realmente rei até a renúncia ([[1273]]) de Nicéforo.
 
Por esses tempos, os gibelinos recuperaram posições na Itália: Gênova, [[Montferrato]], Pavia, [[Novara]], Verona e Mântua. O governador (senescal) de [[Lombardia]], designado por Carlos, foi derrotado em [[1275]] e os angevinos evacuaram o [[Piamonte]], Lombardia e, finalmente, Milão em [[1277]]. O novo [[Papa]]papa, [[Papa Nicolau III|Nicolau III]], pertencente à casa de [[Orsini]], rival tradicional da casa de Anjou, não ajudou a melhorar a situação, e isso fez com que Carlos perdesse [[Bolonha]] e outras cidades (até [[1280]] não chegou ao papado [[Martim IV]], que era francês).
 
== Cruzada contra o Império Bizantino ==
Em [[1277]], Carlos conquistou [[Acre (Cidade)|Acre]] de [[Hugo de Lusignan]], rei do [[Chipre]], e comprou os direitos ao título de rei de [[Jerusalém]] de [[Maria de Antioquia (pretendente)|Maria de Antioquia]]. Em 1280, o Papapapa [[Martim IV]] que era favorável paraa conquistar [[Constantinopla]], dacujo quetrono Carlos reclamava o trono como imperador latino frente ao [[imperador bizantino]] {{Lknb|Miguel|VIII Paleólogo}}. Carlos fez uma cruzada contra o Império Bizantino alegando o não cumprimento da união das igrejas (Miguel havia prometido submeter a igreja oriental ao Papapapa).
 
Carlos empenhou-se a reunir um exército em [[Berat]] ([[Albânia]]) no mês de agosto, disposto a conquistar Constantinopla. Enquanto isso, o rei [[Pedro III de Aragão]] e os bizantinos repartiam fundos para conseguir o apoio dos sicilianos contra Carlos. Em [[1281]], o exército de Carlos, em que figuravam tropas papais, da [[Sérvia]], Bulgária, [[Acaya]], [[Tessália]], Épiro, [[Atenas]] e Venécia, é derrotado pelos bizantinos, aliados da [[Hungria]], [[Egito]], [[Horda de Oro|Kipchak]] e [[Aragão]].
 
== Perda da Sicília ==
 
[[Ficheiro:Armoiries Charles Anjou av 1246.svg|200pxupright=1.0|esquerda|thumb|Primeiro brasão de Carlos de Anjou, antes de 1246. O escudo tem a [[flor-de-lis]], sobre uma moldura de castelos, o que faz referência aà [[Região histórica de Castela|Castela]], terra de origem da sua mãe.]]
Em [[1282]], o influente nobre influente siciliano [[João de Procida]], que havia sido médico de Manfredo, organizou a revolta geral contra os angevinos e a favor de Aragão. A rebelião eclodiu em [[30 de março]] de 1282 e foi conhecida como [[Vésperas sicilianas]]. Os franceses da ilha foram assassinados. Uma delegação dos rebeldes foi ao encontro do rei [[Pedro III de Aragão|Pedro]] no norte da [[África]] (no mês de agosto) e ofereceramofereceu-lhe a coroa. Pedro dirigiu-se à ilha e desembarcou em [[Trápani]] em [[29 de agosto]];. noNo dia 30 entrou em Palermo. O bispo de [[Cefalú]] coroou-o como rei em [[8 de setembro]]. Os sicilianos àa serviço do príncipe Pedro foram vencidos em [[Magliano di Marsi]], apesar de que os angevinos sofreramsofrere uma derrota definitiva em [[Mesina]]; perderam nesta batalha 10.000 soldados. Todas as cidades da ilha, assim como as de [[Malta]], submeteram-se ao rei Pedro, semas bemCarlos quecontinuou Carloscom seguiaa conservandoposse odo sul da Itáliapenínsula, queonde oainda continuavaera chamando de "rei da Sicília", apesar de não dominar esse território.
 
Uma frota angevina foi derrotada nos arredores de Nápoles. O Papapapa [[Martim IV]], em apoio a Carlos, declarou o rei Pedro privado de seus reinos e deu a investidura a [[Carlos de Valois]], segundo filho do rei [[Filipe III da França]]. Os franceses ocuparam o [[Valle de Arán]] mas não puderam avançar;. noNo ano seguinte, tentaram com as tropas que tinham no [[Reino de Navarra]], mas também fracassaram e, no contra-ataque, as tropas aragonesas cercaram a cidade de [[Tudela]]. Na última tentativa em [[1285]], os franceses entraram pelo território [[Rosselhão|rosselhonês]] do rei de [[Mallorca]] e acamparam em [[Elna]] e [[Perpiñán]], cruzando por [[La Massana]] no mês de junho. Ocuparam [[Castelló d’Empúries]] e cercaram [[Gerona]] em [[26 de junho]]. Tomaram [[Figueras]], [[Rosas (Cidade)|Rosas]], [[Sant Feliu de Guixols]] e [[Blanes]]; [[Perelada]] foi destruída sem conseguirem rendê-la, mas a frota francesa foi derrotada pelos aragoneses entre Rosas e Sant Feliu e, de forma definitiva frente a [[Cadaqués]] em [[4 de setembro]].
 
Gerona rendeu-se em [[5 de setembro]] enquanto que a frota aragonesa marchava para atacar Provença; nesse momento, a peste estendeu-se entre os franceses que evacuaram Gerona em [[7 de setembro]], mas encontraram-se comtiveram a retirada cortadainterrompida noem [[Pertús]] e naem Massana. PeloComo fato dehavia muitos dos soldados estarem enfermos, acordouconcordou-se não atacá-los e ospermitir deixaramsua passarpassagem por [[Agullana]]. O rei Filipe III da França, que acompanhava a seu filho Carlos de Valois, conseguiu chegar a Perpiñán mas morreu de peste em [[5 de outubro]]. Carlos recebeu de seu irmão, o novo rei [[Filipe IV da França]], o condado de [[Valois]].
 
Em [[1283]], Carlos de Anjou nomeou a [[Guilherme de Berardi]] como vice-rei da Albânia, com sede em [[Durazzo]]. Enquanto Pedro atacava [[Calabria]] e ocupava [[Reggio di Calabria|Reggio]] e outros lugares, Carlos recuperava [[Ísquia (ilha)|IschiaÍsquia]]. Nesta delicada situação, a nobreza aragonesa formou a "União" (juramentos de [[Tarazona]] e [[Zaragoza]]) e reclamou direitos que o rei Pedro teve que conceder (um privilégio geral ademais de privilégios locais) com a exceção de impostos para estabelecer-se em Sicília e Calábria. Uma revolta pró-angevina na Sicília foi rapidamente dominada no mês de maio. Carlos tentou ocupar Malta, que se havia declarado a favor de Pedro, mas que ainda não estava ocupada pelos aragoneses;. masMas a frota aragonesa, sob o comando de [[Roger de Lauria]], derrotou-os nas suas águas em [[3 de maio]] e os aragoneses desembarcaram finalmente em Malta.
 
== Fim do reinado ==
[[Ficheiro:Charles I of Anjou.JPG|thumb|upright=1.3|Sepulcro de Carlos I da Sicília e Nápoles.]]
A frota aragonesa atacou Nápoles e recuperou Ischia[[Ísquia (ilha)|Ísquia]], conquistando também [[Capri]]. A frota de [[Roger de Lauria]] foi atacada perto de Nápoles pela angevina, sob o comando de Carlos o Coxo. Depois de um primeiro contacto, Roger de Lauria fingiu retirar-se de [[Castellamare]] mas parou em seco e iniciou o combate em pleno [[golfo de Nápoles]], conseguindo destruir a tropa angevina em [[5 de junho]] de [[1284]]. Carlos o Coxo foi feito prisioneiro. Em Nápoles, houve um motim popular a favor de Pedro, que foi brutalmente reprimidareprimido pelos franceses (6, 7 e 8 de junho). Depois de deixar seu nobre prisioneiro na Sicília, Roger de Lauria passou aà Calábria em agosto e ocupou [[Nicotera]], [[Catelvetro]] e [[Castroiviceri]]. Depois trasladou-se ao norte da África, onde conquistou a ilha de [[Djerba]].
 
Carlos de Anjou morreu ano princípiosinício de [[1285]] em [[Foggia]];. seuSeu filho Carlos II “o Coxo” foi proclamado sucessor. Por ser prisioneiro dos aragoneses, designou a regência àa seu sobrinho, o conde [[Roberto II de Artois]] e [[Gerardo de Parmo]].
 
'''Carlos I da Sicília''', chamado ainda '''Carlos I de Anjou''', ou '''Carlos I de Nápoles''', (Foggia, [[21 de março]] de [[1227]] - [[7 de janeiro]] de 1285) foi o décimo filho de [[Luís VIII de França|Luís VIII]] com sua esposa [[Branca de Castela]], e irmão do rei São Luís, [[Luís IX de França|Luís IX]]. Foi sepultado em Nápoles. Foi o fundador da Casa capetiana de Anjou, conhecida como angevinos, que subiram aos tronos italianos de [[Reino de Nápoles|Nápoles]], [[Reino da Sicília|Sicília]] e [[Reino da Sardenha|Sardenha]], e ao trono da [[Reino da Hungria|Hungria]].
 
== Casamentos e Descendênciadescendência ==
# [[Beatriz, Condessa da Provença]] ([[1234]] - [[1267]]), filha e herdeira de [[Raimundo Berenguer V da Provença]], Conde da Provença
# Margarida da Borgonha (1249-1308), filha de Eudes da Borgonha, Conde de Nevers, Auxerre e Tonnerre.
* '''Filhos''' (todos do primeiro casamento):
* Branca da Sicília (1250-1269), casada com [[Roberto III da Flandres|Roberto III de Béthune]], [[Conde de Flandres]]
* Beatriz da Sicília (1252-1275), casada [[Filipe I de Courtenay]], imperador titular de Constantinopla.
* [[Carlos II de Nápoles|Carlos II, o Coxo]] (1254-1309), Rei de Nápoles casou com [[Maria Árpád de Hungría]] ([[1257]] - [[1323]]) filha de [[Estêvão V da Hungria|Estevão V Árpád]], rei da [[Hungria]] ([[12 de Outubro]]outubro de [[1239]] - [[6 de Agosto]]agosto de [[1272]]) e de [[Isabel da Cumânia]], rainha da Hungria ([[1240]] - [[1290]]).
* [[Filipe da Sicília]] (1256-1277), [[principado da Acaia|Príncipe de Acaia e Moreia]], rei titular da Tessalônica.
* Roberto da Sicília (1258-1265)
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